Puerto Madryn

Post reescrito:

De Buenos Aires até Puerto Madryn leva em torno de 15 horas de viagem, de ônibus. Saímos de BUA por volta das 15h e chegamos por volta das 7h do dia seguinte. Pegamos um ônibus leito, e ficamos bem impressionados com nosso lanchinho de viagem, tinha Alfajor, olha que chique. No caminho o ar condicionado do ônibus deu pane algumas vezes, ele super aquecia, tinha horas que estávamos suando. Por volta da 1 hora da madrugada, o motorista deu uma parada numa lanchonete de beira de estrada, para quem quisesse usar o banheiro ou comprar um lanche. Era um boteco mesmo. Eu e Caio resolvemos descer para esticar as pernas e quase congelamos de frio. Estava muito, mas muito frio mesmo.

DSC00260

Quando descemos na rodoviária de Puerto Madryn não estava diferente, o frio era congelante e intenso, acompanhado de um vento constante que vinha do mar. Na rodoviária mesmo tinha um elefante marinho gigante empalhado. Devia ter uns 3 metros de comprimento. Ficamos empolgados.

Depois de nos acomodarmos no Hostel e nos informarmos sobre o passeio para a Península Valdez, saímos para conhecer a cidade. É uma cidade praiana, uma bahia, e tem um píer bastante comprido adentrando ao mar. Fomos caminhando através dele, estava um vento tão gelado e cortante, que nossos gorros, luvas e cachecóis não davam conta. Mas aí veio a surpresa maior, a gente sabia que iria encontrar baleias na Península Valdez, mas não imaginava que as encontraria logo ali na praia de Puerto Madryn, devia ter pelo menos 3 delas… era só parar um tempinho e contemplar o horizonte que você via a cauda delas saindo para fora da água. Lindo, lindo, lindo de se ver. A natureza selvagem, os animais convivendo com os homens, elas não estavam sofrendo, encalhadas na areia, sendo pescadas… estavam ali, vivendo no lugar delas, livres e com respeito. Foi a primeira vez vimos baleias na vida. E não era no Sea World, era na casa delas. Foi tão emocionante.

DSC01694

Calçadão

Calçadão

Vista do pier de Puerto Madryn

Vista do pier de Puerto Madryn

Andando no pier

Andando no pier

Vista da cidade a partir do pier

Vista da cidade a partir do pier

DSC00292

2 baleias

2 baleias

Voltamos para a praia e ligamos para as famílias para contar a novidade.

Falando com a família

Falando com a família

Enquanto falávamos com a família, baleia lá na praia

Enquanto falávamos com a família, baleia lá na praia

Almoçamos um nhoque, ele foi servido nessas panelas de ferro, para se manter quentinho. Achamos uma graça.

DSC00270

Como só iríamos fazer o passeio no dia seguinte, aproveitamos a tarde para visitar um dos mais bonitos museus da cidade, o Museu de Ciência Natural e Oceanográfico – Museo del Hombre y el Mar. Foi muito interessante, pois foi a primeira vez que vimos muitos dos animais originários da Patagônia, ainda que empalhados: ñandu, mara, zorro, zorrino, centolla, etc, além de um esqueleto de baleia completo e achados arqueológicos. A escadaria que leva ao farol é linda, assim como a vista lá de cima.

DSC00303 DSC00301

Esqueleto de baleia e filhote de baleia suspensos dentro do Museu

Esqueleto de baleia e filhote de baleia suspensos dentro do Museu

animais

Escadaria do farol

Escadaria do farol

Vista do farol

Vista do farol

DSC01709

À noite jantamos no Hostel e dormimos no quarto compartilhado com os suíço e o espanhol – no qual falo num post adiante. O suíço estava trocando de roupas e ficou de cueca numa boa na minha frente… Caio só falava: “não se vira, não se vira….” ronco e chulé completaram a noite… Mas serviu de experiência e de lição, foi o primeiro e único quarto compartilhado que pegamos na viagem. O barato não compensa, nesse caso, quando se está em casal. Mas para quem é solteiro e está viajando com amigos, achamos uma ótima oportunidade para socializar com outros viajantes e economizar.

No dia seguinte acordamos super cedo para pegar a excursão até a Península Valdez…

**********************

Post original:

“Chegamos a Puerto Madryn hoje pela manha. No ônibus a temperatura estava normal, mas foi só descer na rodoviária pra sentir a diferença. Colocamos tudo o que podíamos de tocas e cachecóis e luvas pra suportar o vento gelado que faz aqui.

Mas a maior surpresa de toda nao foi essa, foi caminhar até a praia, q é no centro da cidade, e lá avistar pelo menos 3 BALEIAS!!! Assim, simples, passeando ali na beirinha da praia, como se fosse um cardume de peixes. Muito massa!”

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s