Para falar de sonhos.

Há várias razões para se desejar ir para a Europa: cultura, séculos de história, cidades históricas, museus, arquitetura, artes plásticas, glamour das grandes cidades, charme das pequenas… enfim, razões é o que não falta!

Meu desejo de conhecer a Europa nasceu, se bem lembro, na época da faculdade. Foi nessa época que efetivamente me deparei com todo o aspecto cultural e artístico do velho mundo, os grandes mestres da pintura, os grandes arquitetos, as catedrais, o art nouveau. Depois disso, mas no mesmo período, veio a paixão pela Itália, em parte, por 50% de minha acendência ser italiana (os outros 50% são alemã e polonesa), em parte, pelo curso de italiano que eu fiz na época (nessa época me aprofundei na língua e na cultura italiana) e, por fim, pelo fato da Itália ser o berço do design.

Meu desejo de conher a Itália era imenso. A Milão do Design, a Roma, uma das cidades mais antigas do mundo, a Florença de Leonardo da Vinci, a Toscana, dos campos e paisagens longínquas, o Vêneto aos pés dos Alpes. Fiz planos de estágio, estudos, cursos na Itália, fui atrás da cidadania Italiana, enfim… planos que infelizmente foram se esvaindo com o tempo.

Os anos passaram, os pensamentos mudaram, e hoje confesso que Itália já não me atraí tanto quanto antes. Hoje sinto muito mais curiosidade por Paris, por exemplo, presente tantas vezes em meus sonhos, paisagem de tantos filmes, tão bela e tão romântica, referência para tantos designers e artistas mundo afora.

Ou ainda pela espanha de Gaudí, um dos arquitetos que mais me impressiona. E até mesmo por Portugal, país pouco famoso turísticamente, mas que tem nos revelado lugares lindíssimos em nossas pesquisas pré viagem.

Às vezes, fazemos planos para uma viagem dos sonhos, como essa, mas colocamos outras prioridades na frente, trabalho, carro, casa própria, estudos, roupas, jóias, maquiagem, vestidos de festa, presentes… e aquele sonho acaba ficando lá pra trás. A minha grande sorte nessa vida, foi ter encontrado alguém que me resgatasse esse sonho. E mais que isso, fizesse crer que é possível realizá-lo, que basta um esforço (nem é muito grande não) para jogar uma mochila nas costas e ir lá, com a cara e a vontade, sem luxo ou grandes confortos, mas aproveitando as coisas únicas que existem em cada lugar.

Agora, faltando pouco mais de 3 semanas para nossa viagem, pinta aquela ansiedade gostosa, e a alegria de saber que aquele antigo sonho será enfim realizado. As cidades escolhidas não são as únicas que eu gostaria de conhecer, mas serão minha porta de entrada para o velho mundo, que espero, seja tão emocionante quanto imagino que seja. Um mês na Europa é muito pouco se comparado a tudo o que ela tem a oferecer, seja como for, eu vou VIVER a Europa por um mês e quero fazer disso o melhor dos sonhos realizados.

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