Champs Elysees

Continuando…

Dali seguimos até o Musée Rodin. Para vocês terem uma idéia, já era por volta das 17 horas e teríamos apenas 45 minutos para visitar o museu. O engraçado é que logo que você chega, já vem um funcionário avisando: “o museu fechará em 45 minutos”. Todos os museus são assim em Paris, mesmo que falte 1 hora e meia para fechar, eles já dão o recado, tipo: “Nem um segundo a mais, entendido?” Rodin, o mestre das esculturas (depois de Michelangelo, claro). Ver de perto obras como “O Beijo”, “O Pensador” e “A Porta do Inferno”, e outras obras, de Camille Claudel, só aqui.

Dali saímos em direção ao Petit Palais e Grand Palais, só passamos em frente, deixamos a visitas para uma possível outra hora, e chegamos na avenida mais conhecida da cidade, a Avenue des Champs Elysees.

Caminhamos até a Place de La Concorde, escondida atrás do monumental obelisco trazido de Luxor, no Egito, está a trágica história dessa praça ampla, sem árvores e movimentadíssima. Inicialmente chamava-se Place Louis XV, pois ali havia uma estátua do rei, que posteriormente foi derrubada e substituída pela guilhotina, na revolução francesa. Sangue de 1.119 pessoas, entre elas Luis XVI, Maria Antonieta e Robespierre, foram derramados nessa praça.

Mas nem tudo é espinho, como pudemos ver, há até noivas fazendo ensaio fotográfico lá.

Continua no próximo post… Jardin des Tuileries

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