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Voilá Paris!

{19 de abril de 2012}

Chegamos em Paris no dia 18 de abril, mas chegamos tarde e só descansamos no hotel aquela noite. Fizemos a reserva no mesmo Hostel que ficamos hospedados em 2010, 2 anos depois ele não mudou muita coisa… aliás, parece sim que estava a mesma coisa, se não um pouco mais judiado pelo uso de gente meio sem educação. Nosso quarto não foi tão bom quanto da outra vez. Mas quem se importa com isso quando se está em Paris?!

Nosso principal objetivo dessa nova oportunidade em Paris era ver os locais que havíamos deixado passar na vez anterior, além de rever nossos locais favoritos. Um dos primeiros destinos foi umas das famosas estações de metrô desenhada por Hector Guimard, que são um dos grandes marcos do estilo Art Nouveau que eu tanto estudei na faculdade. Para nossa sorte, uma das 2 estações clássicas com telhado de vidro ainda conservadas, ficava a poucas quadras do nosso Hostel, ali mesmo, no Montmartre, na estação Abbesses, que ainda por cima era a estação de uma das cenas do filme “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain” (meu xodó). Mas como em Paris você chega a qualquer lugar de metro, resolvemos ir de metrô mesmo. Estação do Guimard (checked).

Estação Abbesses Estação Abbesses

Aí foi a vez do Caio escolher sua atração “faltante”: nada menos que Roland Garros. Aí a pernada é longa… além de vários quilômetros de metrô, mais algumas quadras a pé e você chega à Roland Garros, mas você estará quase saindo de Paris. Chegando lá, surpresa: estava fechado! Tudo bem, decidimos voltar no dia seguinte, para pegar a visita guiada.

Roland Garros fechado

Partindo dali, demos aquela passada básica e necessária no Campo de Marte / Torre Eiffel / Trocadero, que sempre é lindo, que sempre vale a pena, que não é uma visita a Paris se não visitar a Torre, que você perde o fôlego e se emociona, que você não se acredita em estar novamente ali…. enfim. Eu não tinha visto ainda a Torre a partir do Trocadero, e nem visto o show das águas dali (Caio sim, eu não). E por ali devemos ter ficado, de boa, umas duas horas, pelo menos, pegamos até uma chuvinha. Ficamos ali só curtindo a vista, sem pressa, como dois apaixonados um pelo outro, e pela cidade. Torre Eiffel vista do Trocadero (checked).

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Depois disso, fomos caminhando até o Arco do Triunfo, atração que deixei de lado da primeira vez, por não achar tão importante… e que valeria ser visitado numa segunda visita. Mas não subimos nele não, não dessa vez, fica para uma terceira visita… Arco do Triunfo (checked)

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Na sequência, passeio clássico em Paris, descer a Champs-Elysées, sim, nós já havíamos andado por ela na vez anterior, mas foi da altura do Petit Palais em direção ao Louvre, dessa vez, foi desde o Arco do Triunfo, até o Louvre novamente. Muitas lojas, muitas grifes, muito glamour, muitos cafés, muitas tentações, muitos gritinhos de euforia e muitos suspiros… Descer a Champs Elysées (checked).

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Passamos pelo Obelisco (Praça da Concórdia) e adentramos ao Jardim das Tulherias que amamos de paixão e sempre vale a pena uma visita. Tão Paris, tão charmoso, tão bonito… Demos aquele ‘oisinho’ de fora para o Louvre (dessa vez não entramos não, mas a tentação era grande) e fomos em direção ao Rio Sena. Passamos pela Pont des Arts e não nos lembramos dos cadeados <3, nem de passar por cima dela… Estava tão focada em ver a Pont Neuf nessa visita, que nem me lembrei da Pont des Arts, tão romântica. A Pont Neuf foi a primeira ponte de Paris sobre o Rio Sena, sua construção começou em 1578 e foi concluída em 1607. Pont Neuf (checked).

Praça da Concórdia Jardim das Tulherias Jardim das Tulherias Arco du Carrousel Pont des Arts Pont Neuf Pont Neuf

Estando na Ile de La Cité, passamos novamente por um local que adoramos e que pouca gente comenta, uma espécie de mercado de flores que tem ali pelo meio, com vários artigos lindos e exclusivos para quem ama jardinagem. É de morrer de amores.

Mercado de flores Mercado de flores

Para completar a caminhada, paramos em frente a Notre Dame e a enamoramos por algum tempo, observando o sol se abrir depois da chuva e vendo as cores da fachada mudando conforme o sol se abria novamente. Tivemos a grande sorte de pegar ela aberta por ocasião de uma missa que estava acontecendo, e com isso pudemos visitá-la novamente por dentro, sem ter que pagar por isso, além de ver uma missa linda em francês. Deus é muito bom com a gente!

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Olha a gente já de olho nos bebês…

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Paris e seu fim de tarde conseguem sempre nos surpreender, mesmo com o dia chuvoso e nublado que pegamos, no final do dia (lá pelas 21h), ainda conseguimos pegar aquele lindo pôr-do-sol que é mágico na cidade luz. Nos encontramos novamente com meu irmão e minha cunhada para levá-los até o Moulain Rouge, que dessa vez, vimos à noite, com seus neons de cabaré ligados.

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Viu quanta coisa da para se fazer em Paris num dia só? E grande parte a pé, a outra parte de metrô. Com custo praticamente zero e você tem toneladas de inspiração e visões lindas.

 

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