Ushuaia

Bateu nostalgia. Marido mandou hoje um vídeo de Ushuaia que me encheu de saudades e entusiasmo. Muita gente conhece Bariloche, poucos conhecem Ushuaia. Não fica assim “do lado” mas é muito mais perto do que os Estados Unidos, por exemplo. E olha quão maravilhosa é essa cidade Argentina, em qualquer estação do ano. Já estivemos lá em 2008 (veja esses posts aqui), foi na primavera, mas faço questão de voltar lá qualquer hora dessas.

Parque Nacional Tierra del Fuego (Ushuaia)

Se fosse para descrever como seria a visão do paraíso, este parque seria a descrição perfeita.
Um lago enorme, montanhas com picos nevados, pequenos riachos congelados com árvores das formas mais diferentes parecendo grandes bonsais.
Uma mata que variava das cores verde, amarelo e laranja. Uma visão para se guardar para sempre.
Fizemos vários trekkings ao ponto de no final não estar mais agüentando ficar de pé.
Uma sensação estranha pois ficamos extremamente suados, mas não tinha como tirar os casacos pois o vento era muito frio.

Os animais do parque também são um show a parte. As castoreiras, represando pequenos riachos congelados ao ponto de conseguirmos jogar pedaços de madeira sem que tocassem a água. Várias lebres correndo e até chegando perto para ganhar alguma comida.

As aves são impressionantes, entre várias aves de rapina que ficavam sobrevoando o tempo todo, chegamos super próximos a um gavião carcará.

Um dia incrível e uma ótima despedida de uma terra pra lá de linda, lá bem no final do mundo.

A primeira neve, a gente nunca esquece…

[6 de setembro de 2008]

No nosso segundo dia em Ushuaia, fomos até o Muelle Turístico para comprar tickets para o passeio de Catamarã no Canal do Beagle. Há várias empresas que fazem esse passeio. Optamos por um passeio de 2,5 horas feito pela Canoero, que vai até o Farol Les Eclaireurs (que alguns vendem como o  Farol do Fim do Mundo, mas na verdade é um farol falso, o verdadeiro “último” fica além do limite do Canal…) mas ainda assim é bonito. Passamos pelas ilhas onde vivem os lobos marinhos (Ilha dos Lobos), outra ilha dos Cormoranes(pássaros típicos da patagônia e região antártica) (Ilha dos Pássaros) e na costa de uma das ilhas com algumas estâncias.

O catamarã é um barco muito confortável e grande, serviam mate quente para nos aquecer. Fora do barco é um vento geladíssimo, mas a paisagem compensa. Nas ilhas, lobos marinhos e pássaros, vivendo em bando e com seus afazeres que só vemos quando assistimos o Globo Repórter ou o Animal Planet. No mar, algas imensas flutuando sob a água. Do barco, a vista incrível das montanhas cobertas de neve por todos os lados. É realmente lindo e único. Um passeio que precisa ser feito. No final do passeio ganhamos certificados de Buon Navegantes do Canal do Beagle. ˆ-ˆ

Este slideshow necessita de JavaScript.

Depois disso, caminhamos pela cidade procurando um local para almoçar. Passamos pela Secretaria de Turismo e Cultura da cidade para carimbar nossos passaportes. Almoçamos em uma pizzaria. E pegamos um táxi para subir até o Cerro Martial. Na cidade havia só umas poças sujas de neve, mas ao subir de táxi a montanha, a neve acumulada nas margens de pista foi aumentando gradativamente. Foi a primeira vez que vimos neve ao vivo. Nos contemos dentro do táxi para que o motorista não percebesse e se aproveitasse da nossa situação de turistas estrangeiros ($$). Ele nos deixou na Estação de Esqui. Após pagarmos a corrida com aquele ar de banalidade. Adentramos um pouco mais na neve e as crianças que existem em nós apareceram. A alegria foi tanta, riamos como bobos, sentimos a neve, fizemos bolas, jogamos um no outro, olhávamos para tudo fascinados e eufóricos. Foi um momento mágico e muito feliz.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Tínhamos ali três opções: alugar equipamentos e roupas e fazer aula de esqui, subir na aerosilla até o “topo” da montanha para verificar o início da descida da pista de esqui, ou fazer compras no café e lojinha do lugar. Optamos pela segunda opção. Compramos tickets e subimos de aerosilla, que são aquelas cadeiras abertas que levam os esquiadores até o topo, para então descerem com seus esquis. Obviamente não alugamos esquis. Na subida, eu quase fiquei paralisada, em estado de medo mesmo, medo de altura, medo de cair, pavor quando os rolamentos passavam pelos postes de sustentação dos cabos, pelo barulho e balanço que faziam, fobia, lágrimas me saiam dos olhos, e o Caio só ria da minha situação. Quem tem medo de altura me entenderia. Mas a vista dali é realmente impressionante. Subimos até o topo, onde tem uma segunda casa com restaurante, descer foi um alívio. Dali segue uma trilha, que vai até o Glaciar de montanha, com o mesmo nome do Cerro. Adentramos um pouco a trilha, sinalizada com plaquinhas nas árvores. A neve estava compactada, já não era fresca, e por isso nossas botas foram o suficiente. Andamos coisa de uns 100 metros. Estávamos a sós com a montanha. Foi lindo. Ver o chão todo branco é lindo. Fazia silêncio e fazia sol. Só quando o vento soprava e os galhos secos das árvores balançavam que se podia ouvir algo. Fizemos boneco de neve, fizemos anjo na neve. Descobrimos o prazer e a diversão que é estar na neve, como um desejo reprimido desde a infância, que todos nós, brasileiros, sentimos. Eu já havia visto a neve cair uma vez, quando era criança e morava em São Bento do Sul, mas foram alguns segundo só, e eu não pude sair para fora de casa e ela não acumulou. Ali ela estava intacta, branquinha, espessa, reluzente, gelada e disponível por quanto tempo quiséssemos. Foi realmente inesquecível.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Descemos novamente de aerosilla, contendo o medo, tentei aproveitar a paisagem maravilhosa que se tem dali. Tomamos um chocolate quente no café próximo à estação de esqui, olhando para a montanha. E depois descemos até o Canal do Beagle novamente. O fim de tarde estava com um solzinho fraco mas agradável. A água parada e cristalina rendeu lindas fotos dos barcos ancorados, naquele sábado de setembro.

DSC00776 DSC00779 DSC00781 DSC00782 DSC00786 DSC02147DSC02154DSC00794 DSC00795 DSC01983

À noite ainda demos aquela volta agradável pela rua principal. Jantamos e bebemos em um barzinho, tipo um pub, bem quentinho. Lembro que o nosso quarto no hostel era grande, o chão era aquecido e dava para dormir de regata, de tão quente que estava, apesar da temperatura lá fora estar próxima a zero.

POST ORIGINAL:

Olà pessoas,
não vamos mentir que já vimos neve antes.
A nossa experiência em Ushuaia foi a primeira sim, e será inesquecível.
Neve é tudo de bom!!! hehehehe
faz muito mais frio numa montanha coberta de gelo. Ela (a neve) é molhada, é compactada, gelada, totalmente branquinha e muito, muito legal!
Parecemos crianças brincando com neve pela primeira vez.
Nas fotos, Cerro Martial, em Ushuaia.

O passeio de catamara pelo Canal do Beagle foi nosso primeiro passeio oficial em Ushuaia. Até entao, a gente tinha achado a paisagem linda, mas a cidade feia, muita poeira, casas sem quintal e com uma construçao super simples. Mas com a vista q tivemos do Canal, pudemos ver uma cidade encrustrada no pé da montanha, o que dá a ela uma característica única.
 
No canal avistamos pássaros austrais muito parecidos com pinguins, q sao os cormoranes. Também avistamos focas e o farol. Nada tao impressionante quanto nosso passeio com as baleias, mas muito lindo também. O principal do passeio foram as vistas da ponta da Cordilheira Fueguina, o lado Chileno do extremo sul, a estância e principalmente, Ushuaia em si. Esta sim foi a maior e mais impressionante beleza do passeio.
 
O Canal do Beagle é uma das 3 formas “curtas” de ligaçao entre o Oceâno Pacífico e o Atlântico.
 

Chegamos em Ushuaia

Ushuaia é a última cidade Argentina. Diz-se também que é a cidade mais ao sul do mundo, num território chamado Tierra del Fuego. É a última parte da Cordilheira dos Andes. Dali em diante, só o continente Antártico. Nos interessamos em ir para lá depois de ver as fotos de um amigo do Caio que havia feito essa viagem um ano antes. A cidade já havia sido habitada por indígenas, e após, europeus, catequizadores dos indígenas. Mas sua colonização mesmo iniciou-se com um presídio, onde mandavam os presos mais perigosos da Argentina para ficarem literalmente isolados.. quase uma Alcatraz. Só que, aos poucos a infra estrutura foi evoluindo, o governo estabelecendo melhorias para atrair moradores e atualmente é uma importante cidade turística do país.

Ela ainda é bem pequena, e isso faz dela uma cidade charmosa. Aos pés das montanhas e na beira do Canal do Beagle, todas as visões que se tem da cidade são lindas, seja da beira mar, olhando para as montanhas, das montanhas, olhando para o canal, ou do canal, olhando para a cidade e as montanhas. É tudo incrivelmente deslumbrante. Tem diversas opções de passeio e locais para visitar. Vou abordar cada passeio que fizemos separadamente ao decorrer das postagens. Mas vale a pena cada um deles. Ficamos apenas 2 dias e meio na cidade e por isso não conseguimos ver tudo. Vimos o Museu Marítimo y Presídio, Passeio de Catamarã para o Farol do Fim do Mundo e Loberias, Cerro Martial e Parque Nacional Tierra del Fuego.

Nossa opção por tão poucos dias na cidade foi em função da locomoção, partiríamos dali com destino a Punta Arenas, no Chile, de ônibus. E as linhas de ônibus em Ushuaia são bem restritas, saem em alguns dias somente, por isso nossa estadia dependeu da data de saída do ônibus.

DSC00577 DSC00579 DSC00581 DSC01911

Para começar, como chegamos já era praticamente final da tarde, a única atração que conseguimos fazer nesse dia foi visitar o Museu Maritimo y Presídio, e também não tivemos muito tempo para percorrê-lo. Mas deu para visitar a parte do antigo presídio, que é muito interessante, e conserva com originalidade as instalações da época de seu funcionamento. Havia uma ala restaurada onde eles reproduziram em proporções reais os presos mais perigosos que passaram por ali (assassinos, pedófilos, etc). Achamos meio cômico, pra falar a verdade, e ficamos mais de bobeira com as celas e os bonecos que propriamente impressionados ou com medo. Mas claro que imaginar pessoas habitando o local a anos atrás, sem a estrutura de aquecimento que temos hoje, é arrepiante. Há também uma ala mantida original, sem reforma, com luz fraca e celas sombrias, sem calefação, os chuveiros coletivos, etc. Ali é tenso. Na parte do Museu Antártico consegui ver um pinguim imperador empalhado e pude ter uma noção de quão grandes eles são. (Na época dessa viagem, havia sido recém lançado o filme A Marcha do Imperador, um famoso documentário sobre os pinguins imperadores, na Antártica). Abaixo algumas fotos da nossa visita ao Museu.

DSC01916 DSC01928 DSC01933 DSC01939 DSC01944 DSC01936 DSC01957 DSC01922 DSC01956 DSC01955

DSC00674

Instalações do presídio, visto a partir do Canal.

Outra coisa deliciosa para se fazer em Ushuaia? Comer! Andar à noite pela rua principal, a av. Maipú, é um tentação de cheiros e sabores. Várias opções deliciosas de comidas, entre elas fondues, centollas e cordeiro assado estão no cardápio.

DSC01965

A sala de estar e recepção do nosso hostel. Muito aconchegante, acolhedor e com cheirinho de comida.

POST ORIGINAL

Pessoas queridas. A paisagem de Ushuaia é impressionante, única, indiscritível e maravilhosa. Atrás de cada rua se vê essa paisagem gelada das montanhas. Os dois andamos de boca aberta pelas ruas. Muito legal mesmo!

Uma coisa interssante: nao está tao frio quanto imaginávamos, tá até mais quente que em Puerto Madryn. Está em torno de 7°C durante o dia e deve cair para perto de 0°C à noite, mas não é um frio insuportável, é um frio seco, o único complicador é o vento. Dentro de cada estabelecimento é bem quentinho. No nosso hostel o piso do quarto é aquecido.

Vôo para Ushuaia

5 de setembro de 2008.

Depois de uma noite tensa, que descrevemos nesse post aqui. Fomos até o aeroporto de Comodoro Rivadávia para esperar o vôo para Ushuaia, as 14h da tarde. Chegamos cedo (umas 11h) e só havia a gente lá, além de uns poucos funcionários do aeroporto. Tinhamos passado em um supermercado em Puerto Madryn e nos abastecido de biscoitos, Lays, água e sucos para o trajeto de ônibus. Mas ainda continuávamos levando muita comida junto quando chegamos ao aeroporto. Lembro de deixarmos uma caixa fechada de suco de Pomelo para uma mulher que limpava os banheiros, ela ficou muito contente com o presente. (eles adoram esse suco, nós nem um pouco).

Dessa região do aeroporto, olhando para o horizonte, já podia se ver muito ao longe, além das planícies desérticas, montanhas com picos nevados, e eu já estava toda empolgada.

DSC00564

Mesmo próximo do horário de embarque, não deveria haver 20 pessoas no aeroporto, entre funcionários e passageiros. Sabíamos que o avião que faria essa viagem era mais antigo e simples, por ser uma companhia estatal argentina. Mas quando esse avião pousou, ficamos preocupados, afinal, parecia que só nós dois e talvez mais umas 2 pessoas iriam embarcar no voo. Era perfeitamente possível que fosse esse avião mesmo. (medo bateu)

DSC00565

Mas por sorte não era. Era esse avião aqui:

DSC00566

Enfim, embarcados e confortavelmente acomodados – como sempre nos surpreendemos com os serviços de transporte argentinos, mesmo os estatais – curtimos a viagem de cerca de 3 horas até Ushuaia. Sobrevoamos o Estreito de Magalhães, e de repente a paisagem começou a ficar assim:

DSC00569 DSC00574

Enquanto eu dava pulinhos de euforia na poltrona da janela, meu namorado ficava tentando não ficar em pânico folheando uma revista. Eu estava tão admirada pela paisagem das montanhas nevadas lá embaixo, que não dava espaço para ter medo. Mas minha opinião mudou em 1 segundo, quando estávamos nos aproximando de Ushuaia e o piloto avisou que em breve iríamos pousar. Logo em seguida o barulho dos motores diminuiu, como se um deles tivesse desligado, a aeronave diminuiu a altura bruscamente e entrou numa zona de turbulência. Aí eram dois se abraçando de medo, literalmente, eu e ele. Dali até o pouso, foi uma sequência de “quedas” na altura, não descia suavemente, mas em “degraus”. Quando notamos, estávamos num enorme lago (Canal do Beagle) e no meio tinha uma ilha. Ali naquela ilha, ficava o aeroporto. Não vou mentir e desculpe o termo, mas foi um dos pousos mais ‘encagaçantes’ da nossa vida.

309875

Essa foto acima não é nossa, peguei da internet, mas não lembro de onde.

Post original:

Pensa na felicidade minha quando comecei a ver essas paisagens, essas montanhas, todas branquinhas…
o pior foi quando o comandante anunciou o pouso e aparentemente diminuiu a velocidade dos motores, fazendo com q o aviao diminuisse alguns metros sua altitude em questao de segundos.
Me lembrei do Igor falando que eu gostava de comer sushi e entao estaria tudo bem se eu tivesse que comer carne humana crua, como no filme Vivos, caso acontecesse algum acidente com o aviao. (gente boa ele)
Foi a coisa mais linda e aterrorizante q eu já vivi.

A cidade dos gatos

TERCEIRO DIA:

Em nosso terceiro dia na cidade Portenha, nos programamos para visitar o bairro de Palermo, seus parques e bosques. Primeira parada, foi no Jardim Botânico, um jardim muito bonito, com uma estufa no estilo francês, vários caminhos entre árvores e canteiros, estátuas, chafarizes e uma colônia de gatos. Deve ser ainda mais bonito quando em flores, mas ainda não estava na época.

DSC00155 DSC00157 DSC00159 DSC00162 DSC00168 DSC00176 DSC00177 DSC00178 DSC01616 DSC01622

Dali fomos até o Parque Tres de Febrero ou Bosque de Palermo, onde fizemos nosso almoço num piquenique improvisado. O parque é lindo, grama verdinha, várias árvores suntuosas fazendo sombra. E na sequência, visitamos o Jardim Japonês, que fica nesse mesmo parque. Talvez nem todos apreciem a cultura japonesa, mas para quem gosta como nós, quem tem uma pegada meio budista, meio zen, o local merece ser visitado. É muito bonito, tem um lago lotado de carpas, jardim de areia, sino, ponte, todas aqueles signos característicos da cultura milenar japonesa você encontra ali. Um bom passeio para se fazer, inclusive com crianças.

DSC00188 DSC00189 DSC00223DSC00200 DSC00204 DSC00210

DSC00222 DSC00213 DSC00218  DSC01639 DSC01653 DSC01654 DSC01658 DSC01664

Passamos pelo Zôo de Buenos Aires, mas não nos empolgamos para entrar não… a gente queria era ir até o Planetário, já que nenhum de nós dois já havia visitado um na vida. Mas infelizmente era segunda feira e o local estava fechado. Só vimos essa família de gatos moradores do local, vê se não dá vontade de levar todos pra casa?

Planetário

Planetário

DSC01286

 

Av. Sarmiento

Av. Sarmiento

Uma curiosidade que notamos em Buenos Aires, e que só anos depois chegou a Joinville, foram os Dog Walkers, aquelas pessoas que são pagas para andar com seu bichinho de estimação. Lá tinha vários. Outra curiosidade também, foi a quantidade de cachorros de porte alto vagando perdidos pelas ruas, vimos dálmatas e labradores inclusive. Igualmente proporcional foi a quantidade de fezes de cachorros nas calçadas, lamentável. 😦

DSC00154

À noite jantamos numa pizzaria excelente em San Telmo, uma das melhores pizzas que eu já provei na vida. Infelizmente, eu não guardei o nome, mas ainda me recordo do sabor.

QUARTO DIA:

Terça feira. Esse dia só aproveitamos a manhã. Arrumar as malas e dar mais uma passadinha naquele ponto turístico padrão de quem vai a Buenos Aires, dessa vez de dia: a Plaza de Mayo e a Casa Rosada. Não visitamos dentro da Casa, só vimos de fora, e ela estava cercada por essa cerca horrorosa. Para fechar a manhã, almoçamos num restaurante Uruguaio e comemos o famoso Chivito, prato típico de lá, que nada mais é que um sanduichão: pão recheado com carne, queijo, presunto, ovos, maionese, salada e bacon, servido com batata frita.

Banco de La Nacion Argentina

Banco de La Nacion Argentina

Catedral Metropolitana

Catedral Metropolitana

Plaza de Mayo

Plaza de Mayo

Prédio do Governo da cidade de Buenos Aires

Prédio do Governo da cidade de Buenos Aires

Casa Rosada

Casa Rosada

Numa lan house, baixando fotos, escrevendo pra família e escrevendo nesse blog.

Numa lan house, baixando fotos, escrevendo pra família e escrevendo nesse blog.

Chivitos no restaurante uruguaio

Chivitos no restaurante uruguaio

Em Buenos Aires ainda tentamos ir a uns outlets, que definitivamente não valeram a pena, eram longe pra caramba, pegamos metrô, táxi e andamos outros tantos quilômetros a pé, para não ver promoção nenhuma que compensasse o tempo perdido. Comemos alguns alfajores.. mas isso era só o começo da viagem, até o final dela a gente tinha até enjoado do doce. E provamos vários vinhos.

Sim, tem dezenas de outras coisas para visitar em Buenos Aires, sabemos. Mas nosso tempo por ali se acabou nessa viagem, e outros locais ficarão para outra oportunidade. Agora a verdadeira aventura e emoção iriam começar. Rumo ao sul. Rumo à Patagônia.

Na rodoviária, esperando o bus para o próximo destino, Puerto Madryn.

Na rodoviária, esperando o bus para o próximo destino, Puerto Madryn.

 

Mundo de Caras

Genteeeeeeeee, muito chique!!
fomos comprar passagens rodoviárias para Puerto Madryn, um rapaz nos ajudou a comprar, e o vendedor da empresa de transporte, quando viu o rapaz, começou a falar com ele como se fossem velhos conhecidos. E nós ali, boiando.. rs. Aí o vendedor nos apresentou, ele disse q o rapaz era um ex-Gran Hermano (BBB) da Argentina.
Hahaha… q honra! rs
(grande coisa.. mas foi interessante)

O que sabemos sobre Ushuaia antes de viajar

Ushuaia é a capital da província de Tierra del Fuego. É a cidade mais ao sul do planeta, às margens do Canal do Bealge (na verdade tem uma cidadezinha chilena, Puerto Willians, que fica um pouco mais ao sul, mas não sei por que ela não é tão valorizada turisticamente). Uma paisagem que combina montanhas, mar, glaciares e bosques. Aos fundos da cidade se vê o monte Martial com sua neve eterna. Dá pra esquiar, fazer trekking, passeios de barco pelo Canal do Beagle, visitar os parques nacionais, museus… além de ser Zona Franca. No passeio de barco, também se vê pinguins, lobos e aves marinhas nas ilhotas de pedra da região. Vai ser interessante olhar para o mar e pensar, “ali pra frente está a Antártica!”
Ushuaia é chamada de “fin del mundo”… e é em homenagem a ela que demos o nome a esse blog.