Beto Carrero World

Olha lá, o Parque Temático do Beto Carrero World já completou 25 anos desde sua fundação. Eu lembro, era criança. Mas mesmo sendo catarinense e o parque estar a menos de 1 hora da minha casa, eu nunca havia ido, dá pra acreditar? Pois é, mas não sou a única, acreditem! O Caio já havia estado lá em umas 4 ou 5 ocasiões.

Aconteceu que nosso pequeno ser humaninho começou a criar desejos maiores do que os relacionados à chupetas, desenhos e brinquedos. E após uma visita ao Beto Carrero por uma coleguinha da escola, ele começou a comentar vez ou outra: “eu nunca fui no Beto Carrero…” ou “vocês nunca me levaram no Beto Carrero…”. Ele reconhecia até as palavras escritas, o logo e a fachada.

Resolvemos fazer uma surpresa. Agendamos um domingo que teríamos certeza de sol e só falamos para ele que iríamos no Parque quando já estávamos na frente do castelo da fachada. (quem tem filhos pequenos sabe o tamanho da encrenca caso o planejado não seja cumprido, por mais que as razões justifiquem, por isso a “surpresa”).

Ele ficou super feliz quando viu onde estávamos. Agradece até hoje a surpresa que fizemos para ele.

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Não tivemos problemas para entrar, a fila foi super rápida. Compramos nossos ingressos na hora. Gael não precisou pagar, pois ainda tem 3 anos. Nós baixamos um aplicativo do Parque para nos orientar. Ele é bom pois avisa as atrações que estão para começar, com cerca de meia hora de antecedência. Mas não conseguimos nos localizar muito bem através dele. Tive que voltar até o castelo da entrada para pegar o mapa em papel mesmo, esse sim, nos ajudou muito. (essência analógica) – Não deixe de pegar se você for visitar, só tem na entrada mesmo.

O Parque é lindo! Muito bem cuidado e muito grande!! Tem diversos tipos de atrações. Além de partes temáticas de personagens como o Shrek, Madagascar e Kung Fu Panda (ainda sem tantas atrações, a não ser o personagem mesmo).

Uma das áreas que nosso pequeno mais gostou foi a ilha dos Piratas. Ele adora piratas, e curtiu toda a área, com caverna, ponte pênsil, sala dos espelhos, navio, tubarões, serpentes marinhas, farol e aranhas gigantes. É realmente bem legal.

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Outro lugar favorito foi a Triplikland, uma parte do parque com aquelas atrações típicas dos parques de diversões: roda-gigante, bate-bate, elefantinhos voadores, carrossel… e as xícaras malucas, que giram muito e são muito divertidas e coloridas.

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Pegamos uma fila, aparentemente pequena, para o Raskapusca. Mas era aquela promessa de carro popular: pequena por fora, grande por dentro. A fila “dentro da montanha” dava voltas. Ficamos cerca de 1 hora nela. A atração é uma canoa no formato de tronco de árvore, que segue por um riozinho dentro de uma montanha, onde há salas com muita fantasia e “lugares mágicos”. {Me lembrou muuuuuuito a minha infância, quando estive no extinto Playcenter, aos 3 anos de idade, e fui na Montanha Encantada, o brinquedo que mais me encantou naquele dia – inclusive, eu tenho quase certeza que era o mesmo brinquedo, comprado e repaginado… } Mas eu ainda não consigo entender a razão de tantos adultos visitarem essa atração.

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Depois almoçamos numa grande Praça de Alimentação do parque, com diversas opções gastronômicas e um lindo carrossel de 2 andares no centro. Os preços não são baratos.

Visitamos a área do Madagascar, muito legal também. Não conseguimos ver o show, ficou faltando para uma próxima visita, mas pela música e o anfiteatro, parecia ser bem legal. Nessa área tem um dos brinquedos mais divertidos na minha opinião, o Crazy River, uma espécie de bote redondo que anda em corredeiras. Também deixamos para uma próxima oportunidade pois o Gael ainda não tinha tamanho para ir.

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Depois disso fomos encarar a fila para o passeio de trem, tradicional desde o começo do parque. A fila foi longa, e o Gael estava muito cansado nessa hora. Já estava de mau humor. O passeio é legal, mas poderia ser revitalizado. Aquelas esculturas para simular os contos de fada cabiam bem nos anos 80… hoje em dia parecem tão sem graça, e estou falando pelas crianças mesmo. Poderia ter algo mais interativo e natural, na minha opinão. Com atores mesmo, ou esculturas em movimento. As duas partes mais interessantes ainda são os ladrões, com o sósia do Beto Carreiro (confesso que me emocionei) e a caverna dos dinossauros, que deixou o Gael e outras crianças eufóricas. Quanto ao trem, podia ser mais espaçoso, porque ficar roçando seus joelhos com os joelhos do estranho sentado à sua frente, não é nada legal! mesmo!

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Saindo dali tomamos um sorvete e passamos pela área do Cowboy. Nosso pequeno adorou a aldeia indígena, o forte apache e a cidade do velho oeste. Já estava quase no final do dia, mas ainda tive coragem para ir sozinha na montanha russa, enquanto meu filho ficava lá embaixo me chamando de “mamãe maluca” eu estava lá quase infartando no brinquedo. Sério, dirão que é exagero meu, mas a vida nos deixa com medo dessas acrobacias montanhísticas, eu juro que eu não era assim quando adolescente, e de certeza repetiria a volta mais uma dúzia de vezes, só nessa montanha, fora as outras. Mas com a idade que eu estou, uma foi suficiente para ter certeza que esse tipo de coisa não rola mais pra mim.

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Nessa hora faltava pouco menos de uma hora para o parque fechar. Ainda tinhamos vontade de andar no teleférico, que estava na nossa lista de desejos, mas baixou uma neblina tão forte que eles suspenderam o brinquedo por tempo indeterminado. Tentamos encarar a roda gigante, mas a fila estava imensa. Por isso demos mais uma volta nas xícaras e concluímos com uma volta no elefante voador.

E assim terminou nosso dia no Beto Carrero World. Mal entramos no carro e o pequeno adormeceu. Foi um dos melhores passeios que já fizemos juntos. Todos nós nos divertimos muito e adoramos! Com certeza será refeito.

 

 

 

Pomerode, a cidade turística para crianças.

Todo brasileiro já deve ter ouvido falar de Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil. Eu mesma já comentei sobre ela aqui neste post, sobre o Valeu Europeu. Ela é realmente uma cidade muito charmosa, e que está sabendo investir massivamente no turismo. Mas um detalhe que notei na nossa última visita à cidade, agora em março, foi que eles estão de olho não só no turismo, mas especificamente, no turismo para Crianças. Eu achei isso fantástico! Lógico, a geração Y está gastando cada vez mais com viagens, e essa geração está começando a ter filhos, portanto, vão querer que seus filhos os acompanhem em viagens também. E nada melhor do que ir a uma cidade que tenha diversas atrações para crianças. Os pais adoram isso, eles pagam por isso, eles consomem isso. E toda economia da cidade se beneficia desta onda.

Claro, a cidade ainda não é uma Disneylândia. Mas é um tipo de turismo simples e acessível que faz as crianças pirarem mesmo sem Mickeys. Vou contar por quê.

Pra começo de conversa, no principal posto de informações turísticas da cidade, que fica em um dos pórticos (sim, há outro, igualmente lindo). Há folders com informações turísticas sobre a cidade, e um deles é exclusivo para crianças. Se chama: “Pomerode para crianças. Roteiro Ich Liebe Kinder.” Cuja tradução é “Roteiro Eu amo as crianças.”<3

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Segundo, tem o Zoológico, atração antiga da cidade, que eu lembro de já existir quando eu era criança. Hoje em dia o zoo está ainda maior, com muitas espécies do mundo inteiro. Apesar de eu achar que o espaço está muito pequeno para tantos animais. Espero que logo eles ampliem o local, não para trazer novos animais, mas para dar uma vida mais digna aos bichinhos. Não sou muito a favor de zoológicos – prefiro os animais livres e em seu habitat natural – mas ainda assim, é uma das poucas chances de meu filho ver de perto alguns animais que ele só veria em filmes. E ter noção do seu tamanho, do seu cheiro, dos seus sons, e de seus hábitos.

(clique nas fotos para ampliá-las)

Terceiro, a Vila Encantada. Fomos a primeira vez agora em março. E é muito legal mesmo. O local imita um vale dos dinossauros, com estátuas grandes e pequenas dos dinos, uma delas com esguicho de água pela boca, atração garantida no verão. Tem a área de escavação, para entusiasmar os futuros paleontólogos (meu sonho de infância era ser paleontóloga), uma piscina de areia com esqueletos de dinossauros enterrados e ferramentas para a “escavação”. Todo o parque é sinalizado com placas informativas sobre os animais pré-históricos. Tem também uma área interativa no interior do museu e lojinha com souvenirs temáticos (coisa rara por aqui). O parque tem área de lanches e praça de alimentação. E conta ainda com um playground enorme nos fundos, onde a criançada faz a festa e até toma banho nos dias quentes. Um labirinto imitando arvorismo é atração garantida também. Gael, fascinado por labirintos, entrou rapidinho, mas quando chegou na parte de cima e se deparou com a altura, entrou em pânico. Ficou paralisado, sem coragem de ir pra frente ou pra trás. Chorava desesperado. Algumas crianças maiores tentaram ajudar ele, mas ele não aceitava. Eu estava de saia, e o Caio ficou com medo de ser muito pesado para a estrutura. Não havia nenhum monitor para nos ajudar (ponto negativo). E então o Caio foi obrigado a arriscar e subir lá dentro para resgatar nosso pequeno. Tá certo que ainda não era um brinquedo apropriado para a idade dele. O recomendado era acima de 3 anos. E ele estava prestes a completar 3 anos, mas de fato, não estava preparado pra tanta “aventura”sozinho, com certeza se estivesse com algum amiguinho ou primo, teria mais coragem.

Quarto, a Osterfest. Que é a Festa de Páscoa. Uma Festa que dura cerca de um mês e é recheada de gostosuras. Uma imensa árvore lotada de casquinhas de ovos naturais pintados à mão pela comunidade é a atração mais visitada. Para a criançada, mini cidade, mini vila, passeio de trenzinho, casinha do coelho, casa de brinquedos, oficina de pintura de casquinhas de ovos, passeio de pônei… Para os adultos, deliciosas opções gastronômicas e uma irresistível feira de artesanato.

Além disso, a cidade tem as fábricas e seus respectivos pontos de venda da marca Kyly, roupas infantis e Calesita, brinquedos. Pousadas Rurais com casas enxaimel. A Rota do Enxaimel, com diversas casa do estilo na área rural da cidade. O Museu Pomerano, com um acervo recheado de história sobre a vinda dos colonizadores alemães para Santa Catarina e para a Cidade. A Casa do Imigrante, que é um lugar muito bucólico e bonito, uma casa que é patrimônio do imigrante que foi um dos fundadores da cidade, Carl Weege, com móveis e características típicas dos colonizadores da década de 1920. Entre outras diversas opções de restaurantes com delícias da culinária regional, cervejas artesanais, museus, pousadas, festas típicas e lojinhas com decoração e artesanato. Tem atrações o ano inteiro!

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Casa na Rota do Enxaimel

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Coreto da Praça logo após o Pórtico.

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Na nossa última visita à cidade, almoçamos num restaurante antigo que tem no centro, o Restaurante Pomerode, um lugar que parece ter parado no tempo, com as comidas típicas dos colonizadores alemães: marreco, repolho roxo, etc. Também passamos pela Rota do Enxaimel, de carro. Como moramos em Joinville, que tem uma maravilhosa estrada rural com lindas casa enxaimel – a Rodovia Dona Francisca – não nos encantamos tanto com a Rota Enxaimel dali. O dia foi curto para tantas atrações e não deu tempo de visitar a Casa do Imigrante, que ainda queremos fazer em outra oportunidade e então, atualizar esse post.

Pomerode, você é uma fofa! Te amamos e esperamos que seja sempre esse charme de cidade, que valoriza não só o turismo, como as crianças, as belezas da cidade e seus cidadãos, sempre muito gentis.

 

 

 

 

Joinville do Alto

Nossa cidade está de aniversário. Amanhã completa 165 anos de fundação.

Entre as diversas atrações, reinaugurações e homenagens da data, essa me chamou a atenção: uma série do Jornal do Almoço, um jornal televisivo local, que apresentará imagens de Joinville feitas do alto. Só o trailer já vale a pena.

FICHA TÉCNICA:
Latina Filmes
PROJETO: RAFAEL CUSTÓDIO
NARRAÇÃO: EDSOUL AMARAL

Férias de verão 2016 – Dia 1 – Jaguaruna

{14 de janeiro de 2016}

Essa foi nossa primeira viagem de férias oficiais da família. Férias, por que todos nós estávamos, de fato, de férias. Podemos chamá-la de Roadtrip, já que passamos mais tempo dentro do carro viajando do que relaxando ou curtindo os lugares. Foi a primeira viagem de carro longa que fizemos juntos.

A viagem foi agorinha, em janeiro, e durou pouco menos de uma semana. Fomos para o sul de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O primeiro destino foi a praia de Jaguaruna, no sul do estado de Santa Catarina, região turística conhecida como Encantos do Sul. Atravessamos o estado de norte a sul via litoral, passamos por praias famosas e lindas do nosso estado, e acabamos fazendo reserva numa das praias menos badaladas do litoral catarinense. Por que? Por que eu já havia ido até lá a 12 anos atrás e havia ficado fascinada com as dunas de areias e lagos que se formavam entre as dunas. Achei que isso e o fato de ser uma praia pouco conhecida e bucólica valeriam a pena.

Fizemos reserva numa pousada um tanto afastada do centrinho (praia principal), escolhida pelo preço e pela boa reputação no Tripadvisor. O que não contávamos é que ela está realmente longe da praia principal (uns 6km), tendo acesso por uma estrada de chão toda ondulada. Também não contávamos com a chuva, que caiu durante o dia todo. E nem com o fato da pousada não ter uma cozinha tão equipada quanto descrito no site, tivemos que improvisar no salão de festas da pousada. Mas ainda assim, a pousada era confortável, próxima à praia e bem próxima às dunas e aos famosos Sambaquis (Figueirinha I e Figueirinha II) da cidade.

Gael também não fez uma boa viagem. Não dormiu. Começou a ficar incomodado, nada mais agradava, nem brinquedo, nem filminho, nem livro, nem suquinho, nem história, nem música… chorou durante 50 minutos, sem parar, sem consolo. Começou a reclamar de dor de barriga. E por fim, descobrimos o motivo de tanta insatisfação, um grande enjôo, que culminou numa bela e espalhafatosa golfada, já chegando em Jaguaruna. Mas foi um aprendizado, e mudamos a forma de ver como ele reagia às viagens, e dali em diante tudo ficou muito mais tranquilo.

Com isso, passamos o resto da manhã e boa parte da tarde na função de limpar a cadeirinha, o carro, as roupas e bolsas atingidas pelo vômito do pequeno. Enquanto ele ficava brincando ao redor da pousada com outro menino da mesma idade.

Somente no final da tarde a chuva resolveu dar uma trégua, e podemos enfim dar uma caminhada pela praia, que não era assim tão interessante. E resolvemos ir até as dunas, essas sim, muito mais legais para nós e principalmente para ele, que se sentiu livre e corria longe com todo prazer. O fato de ter chovido tanto até ajudou para as dunas ficarem mais compactadas e facilitou andar e correr sobre elas.

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Ponte Anita Garibaldi, em Laguna.

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Vista da praia à partir das dunas.

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Quilômetros de dunas

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Os dois maiores Sambaquis da região Figueirinha I e Figueirinha II.

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Dormimos uma noite somente, no dia seguinte cedo já fomos embora. Mas provavelmente não voltaremos mais para Jaguaruna. Mais de 10 anos se passaram e a praia parece que perdeu seu brilho. As dunas tomaram mais conta de tudo. Os lagos, quase todos secaram. Plantaram alguma vegetação para conter as dunas, que no final não condizem com a praia e acabam se espalhando como pragas. A faixa de areia parece ser muito insegura, pois motoristas costumam passar por ali, de carro ou de moto. E não há nada de novo e interessante. Ou vai ver que a chuva deturpou um pouco nossa visão, não sei… Mas a viagem continuou, e encontramos muitas belezas pelo caminho.

 

Vale Europeu

Na última semana foi ao ar o programa do Globo Repórter falando da nossa terrinha, Santa Catarina ❤ ❤ <3. Mais especificamente dos encantos do Vale Europeu, região centro-leste do estado. Joinville (nossa cidade) não fica nessa região, fica mais ao norte e próximo ao litoral, a região chamada Caminho dos Príncipes (mas isso é assunto para outro post). Contudo, a região é próxima daqui, dá para ir passar o dia em algumas dessas cidades e voltar pra cá ao anoitecer. Além disso, o Vale faz parte do nosso Estado, pelo qual temos muito carinho e orgulho, por isso eu queria compartilhar por aqui essa reportagem que foi tão inspiradora e bonita.

Para quem está a passeio ou pensando em visitar Santa Catarina – que não se resume só à Florianópolis e Balneário Camboriú – vale a pena esticar a perna para o interior e conhecer esses lugares encantadores. Recomendamos uma consulta ao site de turismo do Vale Europeu, clicando aqui.

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Créditos mapa: valeeuropeu.tur.br

Em breve vou relatar como foi nossas primeiras férias (oficiais) em família, para o Rio Grande do Sul, e nossos desafios em encontrar informações de turismo sobre o interior de Santa Catarina. Se nós tivéssemos visto esse documentário antes da nossa roadtrip, provavelmente teríamos muito mais inspiração e opções para a viagem.

E aqui segue o programa do Globo Repórter especial sobre o Vale Europeu. Se quiser ver o vídeo na íntegra, diretamente no site do Globo Play, acesse aqui.

 

Rancho Alegre

Com o nascimento do nosso filho, passear pela nossa cidade e conhecer novos lugares (novidades para nós, não na cidade) foi algo que se tornou rotineiro.

Uma das nossas mais felizes descobertas foi um local chamado Rancho Alegre, fica no bairro Vila Nova, área rural da cidade de Joinville. Trata-se de uma fazenda, que carinhosamente apelidamos de fazendinha quando nos referimos à ela para o Gael. Ela é aberta à visitação e tem uma estrutura ideal para famílias com crianças. A primeira vez que levamos ele lá foi quando ele tinha 1 ano e 3 meses e ainda estava aprendendo a andar.

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No Rancho Alegre foi onde o Gael viu pela primeira vez a maioria dos bichinhos que só via nos livros. E foi onde andou de pônei pela primeira vez. Na verdade foram tantas primeiras vezes nesse lugar… deve ser por isso que temos um carinho imenso.

O local é muito bonito, aos pés da Serra do Mar, em uma região plana e de acesso relativamente fácil mas, preferencialmente, de carro. Tem dezenas de animais tradicionais de uma fazenda, e o mais bacana é a interação que as crianças podem fazer com eles, alimentando os gansos e as ovelhas, catando ovos das galinhas, acariciando os bezerros e asnos, a mini-vaca, as cabras, andando de pônei, brincando com o cágado, dando leite aos filhotes…

São os próprios donos que administram o local e recebem os visitantes. O Sr. Tarciso, muito gentil e com entusiasmo, explica tudo sobre a rotina do campo e sobre os animais aos pequeninos. Como é uma fazenda de verdade, onde os donos inclusive moram, é um lugar em constante mutação. Todas as vezes que fomos tinha alguma novidade, seja um novo animalzinho, um novo pônei ou uma nova área de passeio. Mas as mudanças são sempre pra melhor.

Em dias ensolarados dá pra fazer piquenique numa área com boa estrutura e super agradável. No final do dia, é possível ver revoadas de pássaros migratórios cortanto o céu, muito bonito de se ver.

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O lugar ainda conta com um local para eventos, que aliás é bem disputado, pois todas as vezes que visitamos, estava acontecendo um evento por lá, festas de aniversários infantis são as mais frequentes.

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A entrada é paga para maiores de 3 anos. Tem horário de funcionamento limitado: sábados, domingos e feriados, das 14 às 17h.

 

A nossa Ville

Joinville é essa cidade do Sul do Brasil, de onde essa pessoa aqui escreve, e de onde partem os apaixonados protagonistas desse blog em cada uma de suas viagens. Sua origem é cheia de magia com príncipes, colonização suíça e alemã, etc etc.. mas ao longo das décadas de 70 e 80 ela acabou se tornando uma cidade industrial, o que tá muito difícil de mudar na cabeça das pessoas, principalmente de quem vive aqui. O que eu mais ouço falar é a frase: “Joinville não tem nada pra fazer!”  Ou ainda: “Meu amigo de ….. (coloque aqui uma cidade qualquer fora de Santa Catarina) vem pra cá, onde será que eu levo ele?”

E aí que eu sempre digo, Joinville tem muitas coisas lindas, e muitos lugares para conhecer, para a maioria das pessoas que nasceram aqui, é tudo mais do mesmo, ninguém explicou para eles na escola, que o que a gente tem aqui, não existe no Brasil todo. E o que é banal pra você, pode ser fantástico e interessante para outra pessoa de fora. Ou eles acham que lá na Patagônia, por exemplo, os moradores encontram montanhas cobertas de florestas tropicais, pastos verdinhos com vaquinhas e uma serra verdinha no fundo? Com rios de águas transparentes e frescas descendo das montanhas, formando cachoeiras e indo desembocar no mar ali pertinho? Tem coisas que a gente tem aqui que são únicas daqui. E se de um lado o governo municipal não tá botando muita fé nesse potencial turístico da cidade, o povo tampouco.

E assim a vida segue por aqui, com alguns poucos tentando fazer a sua parte e mostrar que Joinville tem muito o que mostrar e ainda muito a explorar. Que os turistas que vem pra cá sentem-se felizes com as descobertas de uma nova cidade, com muitos lugares lindos e uma rica gastronomia. E que os próprios moradores da cidade, ainda tem muito a conhecer dela, com diversas opções de passeio e lazer.

Esse site do Jornal ANotícia levantou 163 opções de coisas para fazer em Joinville. Quem sabe você não se interessa por algumas delas? Se você está pensando em vir pra cá, de uma consultada nele. Eu mesma já selecionei vários passeios por ali que ainda não conheço e quero, em breve, fazer.

Tem também o meu instagram @joinville_e_eu, onde eu posto só fotos de Joinville.
Outros instagrams que eu recomendo: @joinvilleantiga, @retratosjoinville, @joinvillelovers. E a página do Facebook Joinville Secreta.

Venha, junte-se a nós, e conheça essa cidade de tantas histórias e tantos encantos.

PS.: Tem mais história boa vindo por aí. Eu tive a honra de participar do design gráfico de um livro sobre Roteiro Turístico e Cultural da Região Rural de Joinville que está para ser lançado em breve. Daqueles projetos que por sorte do destino veio parar em minhas mãos, e o qual tenho o imenso prazer de trabalhar e divulgar.

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São Francisco do Sul

Nossa querida São Chico fica a poucos quilômetros de Joinville. É uma cidade linda!!

Tem porto, tem centro histórico, tem história, tem praias, tem surf, tem forte militar, tem museu do mar, tem festa, tem comida boa, tem gente boa… Não tem como não amar.

Eu gostei tanto desse vídeo, que captou de forma especial o que é essa cidade, que precisava compartilhar por aqui também.

15 fatos interessantes sobre nossa cidade, Joinville

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Museu da Imigração e Colonização – Originalmente o Palácio dos Príncipes.

Essa lista apareceu no blog da Super Interessante, em setembro de 2011. Com excessão de alguns parques, festas e cervejarias, pouca coisa mudou… para quem se interessar em conhecer um pouco mais da terrinha, é uma boa lista, e apesar de seus problemas – toda cidade tem – a gente ama essa pequena. Fizemos algumas atualizações, estão em texto itálico, entre colchetes.

1. Joinville é a Manchester Catarinense

Ok, essa não é necessariamente uma novidade. Mas você sabe o motivo do apelido? A gente conta:  com o final da Segunda Guerra Mundial, o país não recebia mais os produtos industrializados importados da Europa e teve que se virar. E Joinville se virou muito bem: entre as décadas de 50 e 80, a cidade viveu um surto de crescimento tão grande que se tornou um dos principais pólos industriais do país. Assim como Manchester, a cidade inglesa que teve papel importante na Revolução Industrial e entrou para a história ao usar a máquina a vapor na indústria têxtil pela primeira vez em 1789.

2. Joinville foi pioneira em muita coisa

A industrialização não foi o único pioneirismo da cidade. Foi lá que surgiu o primeiro jornal germânico de importância e prestígio no Brasil, o Kolonie Zeitungl. É de lá a primeira corporação de bombeiros voluntários a América do Sul (em 1892). Foi Joinville a primeira cidade do estado a ter o primeiro posto de gasolina totalmente acessível a pessoas com deficiência.  Também foi por lá que aconteceu o primeiro transplante renal de SC. Além, é claro, de ser a primeira e única cidade do mundo a ganhar uma filial do Bolshoi.

3. Joinville tem 6 cidades-irmãs

 Além de ser irmã-gêmea de Manchester, Joinville tem outras cidades-irmãs espalhadas pelo mundo. O conceito de cidades-irmãs é simples: são cidades que compartilham características semelhantes (demográficas, por exemplo) ou pontos e referências históricas comuns. Por causa do tal “parentesco”,  as cidades cooperam entre si, num esquema amigável. Joinville pode contar com Zhengzhou, na China, Chesapeake, nos EUA, Spišska Nová Ves, na Eslováquia, Langenhagen, na Alemanha; Joinville-le-Pont, na França, e Schaffhausen, na Suíça.

4. Joinville tem brasão com vários detalhes

MEA AUTEM BRASILIAE MAGNITUDO“. A inscrição do brasão da cidade quer dizer “A minha grandeza se identifica com a grandeza do Brasil”. Profundo, né? O escudo também faz referência às Armas do Brasil Império, ao emblema do Príncipe de Joinville, à Suíça, à Noruega e à Prússia, os principais países de onde vieram os imigrantes que fundaram a colônia. A cana-de-açúcar e o arroz, principais lavouras da cidade, na época de sua fundação, também foram lembrados.

5. Joinville foi presente para um príncipe

Em 1843, a princesa Francisca Carolina, filha de Dom Pedro I, casou-se com o francês François Ferdinand, o Princípe de Joinville. Naquela época os casamentos envolviam muita politicagem, acerto de contas e tradições, François recebeu como dote um pedaço de terra próximo à colônia de São Francisco. A região se chamava Colônia Dona Francisca, até que, em 1852,  a Vila Joinville (uma das que compunham a colônia), emprestou o nome para batizar a cidade recém desmembrada da então Vila de São Francisco do Sul. É por este passado que muita gente chama Joinville de “a cidade dos príncipes”.  Curiosidade: a casa cosntruída no local é onde funciona hoje o “Museu Nacional de Imigração e Colonização – Palácio dos Príncipes de Joinville”.

6. Joinville tem vários museus

Falando em museus, quem busca conhecimento tem um prato cheio na cidade. Além do Museu Nacional de Imigração e Colonização, tem o Museu Arqueológico de Sambaqui, o Museu de Arte, o Museu de Fundição, o Museu Nacional do Bombeiro e a Casa Fritz Alt, por exemplo. [Tem ainda a Estação da Memória, que é linda e conta com visita guiada de terça a domingo. O MUBI – Museu da Bicicleta, nas proximidades da Estação. E agora, também, o Instituto Juarez Machado, com acervo de obras de arte originais do artista e outras exposições de arte periódicas.]

7. Joinville é a cidade das bicicletas

Pra que andar de carro se podemos andar de bicicleta? Os joinvilenses pensam assim desde sempre. A cidade ganhou o título em 1950, denunciada pelas estatísticas: havia um carro para cada 111 pessoas, enquanto o número de bicicletas era de 1 para cada 4 pessoas. Ainda hoje, o número de bicicletas surpreende: não existe uma contagem exata, mas há quem garanta que existem umas 250 mil (ou uma para cada duas pessoas). Mesmo se não chegar a esta proporção, achamos o título justo.

8. Joinville tem muitos parques públicos

Os amantes da natureza vão gostar de saber da quantidade de parques importantes por lá. O Parque Ecológico Prefeito Rolf Colin foi criado para garantir a preservação da Floresta Atlântica e da fauna da região das nascentes do rio Piraí; o Parque Municipal da Ilha do Morro do Amaral abriga sítios arqueológicos, manguezais e uma comunidade antiga de pescadores artesanais. Estes dois não têm estrutura para receber visitantes, mas tem ainda o Parque Municipal Morro do Finder, as Áreas de Proteção Ambiental Serra Dona Francisca e Quiriri e o Parque Zoobotânico, uma área de lazer para a comunidade local e uma forma de valorizar a Mata Atlântica e a sua fauna. É importante ainda citar o Parque Expoville e o Parque da Cidade. [O Parque da Caieira bem retirado, no Bairro Adhemar Garcia, e o Parque São Francisco, espaço público e para lazer, também no mesmo bairro.]

9. Joinville tem uma praia

Só uma, mas tem. É a praia do Vigorelli, localizada na Vila Cubatão (Zona Norte). A praia é banhada pela Baía da Babitonga e possui diversos bares em sua orla. Também tem uma balsa que liga Joinville a São Francisco do Sul. Areia mesmo,  tem pouca, quase nada, e a água é escura, o que faz muito turista pensar que ela é imprópria para banho. Mas não é! A praia é frenquentada pela população local e por praticantes da pesca esportiva.

10. Joinville é terra de artistas

Ah sim, a população local! A cidade pode nem ter mais príncipes, mas conta com uma boa lista de gente famosa. Joinville é terra natal das beldades Ana Claudia Michels e Francine Beckhauser, top models internacionais, e dos atores Germano Pereira (que estreou na TV na novela Passione) e Amanda Richter (ex-estrela de Malhação). Também é berço dos artistas plásticos Luiz Henrique Schwanke e Juarez Machado, do escultor Mário Avancini e, além disto, é terra de Nuno Roland, um dos grandes cantores da época de ouro do rádio brasileiro. [Tem também o ator global Fausto Rocha Junior, famoso nos anos 70 e 80.]

11. Joinville tem uma música composta em sua homenagem

Olha só que honra! O músico carioca Mú Carvalho é filho de joinvilense e resolveu homenagear a cidade do pai emprestando o nome Joinville a uma de suas composições. A música é instrumental e foi gravada em seus CDs solo Óleo sobre Tela e Ao Vivo. Vale a pena ouvir, é belíssima.

12. Joinville tem pelo menos 20 festas e festivais

Com tanto artista, não podia faltar animação e criatividade. Listamos 22 festas e festivais importantes, mas sabemos que ainda existem muitos outros para animar o fim de semana. Tem a Festa das Flores, o mais tradicional evento do calendário turístico e cultura de SC, tem a Festa do Colono Piraí, Festa do Colono Rio da Prata, Encontro Folclórico, Festa da Colheita (Erntefest), Festa do Peixe da Água Doce, Rodeio Crioulo Nacional, Festa do Arroz.

Mais? Tem o Bandoneon Fest (encontro de músicos e admiradores do instrumento bandoneon), a Festa do Tiro Rei, a Festa do Pato, a Festa do Cará, a Festa da Solidariedade, a Festa da Polenta. E ainda tem o Festival Brasileiro de Hemerocallis (tipo de planta), Opa Fest (mais cerveja!) e, olha só, a Schweinschiessenfest, a festa do tiro ao porco. E o Festival de Dança?

13. Joinville entrou para a história da dança duas vezes

Não é à toa que Joinville também é conhecida como Cidade da Dança. É lá que acontece o Festival de Dança de Joinville, o maior festival de dança do mundo. Sim. O maior. A festa é considerada pelo Livro Guinness dos Recordes o maior evento do gênero do mundo em número de participantes – cerca de 6.500 bailarinos sobem aos palcos durante o evento. E qual é o segundo motivo para ter entrado para a história da dança? Ora, Joinville foi a primeira e única cidade do mundo a ter uma filial da Escola do Teatro Bolshoi fora de Moscou. Bolshoi, como muitos sabem, é uma das melhores companhias de balé e ópera do mundo.

14. Joinville é referência internacional em arqueologia

A região é famosa pelos sambaquis, sítios arqueológicos em formas de montes de mais ou menos 25m de altura que contém conchas, esqueletos, pedras, ossos, cerâmicas e outros tipos de objetos muito antigos de povos que viveram no Brasil há mais de 4.500 anos. Guilherme Tiburtius reuniu um grande acervo de peças (mais de 12 mil) retiradas em pesquisas arqueológicas na região de Joinville e assim surgiu, em 1963, o Museu Arqueológico de Sambaqui, uma referência internacional no assunto. Hoje ele conta com mais de 20 mil peças.

15. Joinville não abre mão das bebidas artesanais

E para finalizar a lista comemorativa, nada melhor que um brinde – mas tem que ser um brinde feito com bebida típica da região, é claro. Assim como várias outras cidades do sul do país, Joinville preza a fabricação de bebidas artesanais e o turista que não experimentar o chope ou a cachaça de lá não sabe o que está perdendo! O destaque vai para três grandes nomes: Opa Bier e Grabenwasser, famosos pela cerveja, e a própria Joinville, marca de bebidas artesanais que incluem a clássica Cachaça Príncipe Joinville e outras misturas (com coco, amendoim e maracujá, por exemplo). [Tem também a Volskbier e a Zeit Cervejaria.]

FONTE: Blog da Super Interessante e nós.

Urubici, terceiro dia

{5 de agosto de 2012}

No dia seguinte fomos a um lugar que poucos devem visitar em Urubici, mas nós ficamos curiosos, eram as Cavernas dos Bugres. O local fica numa fazenda particular, tem que pagar uma pequena taxa para entrar. E você visita um local que parece uma colina no meio de umas árvores, você entra por uma das entradas por baixo dessa colina e lá dentro existem diversos caminhos que se cruzam e diversas salas um pouco mais ampla. Como se fosse uma toca de coelho, ou um formigueiro…  É bem divertido, se era realmente dos índios, ou se existiam mesmo moradores humanos ali alguma vez na história da humanidade, não sabemos dizer. Dizem que sim, mas a história a respeito é restrita…

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A Caverna dos Bugres:

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O lugar é bem escuro por dentro e super úmido, por isso, é importante ter alguma fonte de luz, uma lanterna ou mesmo o celular… e cuidado com as mãos nas paredes, olha o que só vimos depois de ver as fotos num computador, uma mega aranha ou outro inseto, bem ao alcançe das mãos… O acesso ao local é um pouco difícil, e infraestrutura para o turismo é praticamente inexistente.

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Dali existia uma estradinha subindo as montanhas, e meu irmão se informou com o proprietário onde ela levava. Ele disse que daria acesso ao Campo dos Padres, outro ponto famoso de Urubici. É um imenso planalto na Serra Geral, e ficamos empolgados em ir até lá. Sei que andamos por ela, em subida, por uma estrada bem ruim (estávamos com o Troller dele), durante uma meia hora, com muitas paisagens lindas pelo caminho. Mas a verdade é que chegamos em um portão trancado com cadeado, que não permitia mais seguir adiante. Frustrados, voltamos… – pelo que pesquisei depois, para chegar até o Campo dos Padres, os únicos acesso são por trilhas, a pé, ou a cavalo, carros não chegam… Quem sabe até visualizamos ele pelo caminho, do outro lado do vale, mas por não saber ao certo como identificar, não percebemos.

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Esse é para ser o Campo dos Padres.
Fantástico, não?
Fotos via Rafael Santiago.

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Esse foi o último passeio em Urubici, dali partimos em direção à Serra do Rio do Rastro. Passamos por cidadezinhas pequenas mas bem famosas por suas baixas temperaturas no inverno: São Joaquim, Bom Jardim da Serra, Lauro Müeller… e ali paramos para almoçar em uma das diversas churrascarias que tem na estrada, foi uma ótima churrascaria por sinal, ambiente bonito, comida farta e deliciosa. E a vista do alto da Serra Geral aos arredores também valia a pena.

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O dia estava com muito sol e céu azul, chegava a estar calor. Mas quando chegamos no mirante da Serra do Rio do Rastro, surpresa! As núvens estavam abaixo da Serra… parecia que chegamos num mirante para ver as núvens de cima. Não deu pra ver a Serra, nem toda a vista que ela proporciona, mas tivemos essa bela visão desse mar de núvens, que geralmente só se tem do avião.

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E assim é para ser a vista do mirante da Serra do Rio do Rastro sem essa “capa de núvens”:
Foto de Jaliene Dalberto.

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Descer a Serra do Rio do Rastro foi legal, mas a neblina acompanhou quase todo o trajeto, o que tirou um pouco da graça… vai ficar para uma próxima. Dali, foram mais umas 5 horas de viagem até chegar em casa.

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Bye Bye Urubici…