Beto Carrero World

Olha lá, o Parque Temático do Beto Carrero World já completou 25 anos desde sua fundação. Eu lembro, era criança. Mas mesmo sendo catarinense e o parque estar a menos de 1 hora da minha casa, eu nunca havia ido, dá pra acreditar? Pois é, mas não sou a única, acreditem! O Caio já havia estado lá em umas 4 ou 5 ocasiões.

Aconteceu que nosso pequeno ser humaninho começou a criar desejos maiores do que os relacionados à chupetas, desenhos e brinquedos. E após uma visita ao Beto Carrero por uma coleguinha da escola, ele começou a comentar vez ou outra: “eu nunca fui no Beto Carrero…” ou “vocês nunca me levaram no Beto Carrero…”. Ele reconhecia até as palavras escritas, o logo e a fachada.

Resolvemos fazer uma surpresa. Agendamos um domingo que teríamos certeza de sol e só falamos para ele que iríamos no Parque quando já estávamos na frente do castelo da fachada. (quem tem filhos pequenos sabe o tamanho da encrenca caso o planejado não seja cumprido, por mais que as razões justifiquem, por isso a “surpresa”).

Ele ficou super feliz quando viu onde estávamos. Agradece até hoje a surpresa que fizemos para ele.

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Não tivemos problemas para entrar, a fila foi super rápida. Compramos nossos ingressos na hora. Gael não precisou pagar, pois ainda tem 3 anos. Nós baixamos um aplicativo do Parque para nos orientar. Ele é bom pois avisa as atrações que estão para começar, com cerca de meia hora de antecedência. Mas não conseguimos nos localizar muito bem através dele. Tive que voltar até o castelo da entrada para pegar o mapa em papel mesmo, esse sim, nos ajudou muito. (essência analógica) – Não deixe de pegar se você for visitar, só tem na entrada mesmo.

O Parque é lindo! Muito bem cuidado e muito grande!! Tem diversos tipos de atrações. Além de partes temáticas de personagens como o Shrek, Madagascar e Kung Fu Panda (ainda sem tantas atrações, a não ser o personagem mesmo).

Uma das áreas que nosso pequeno mais gostou foi a ilha dos Piratas. Ele adora piratas, e curtiu toda a área, com caverna, ponte pênsil, sala dos espelhos, navio, tubarões, serpentes marinhas, farol e aranhas gigantes. É realmente bem legal.

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Outro lugar favorito foi a Triplikland, uma parte do parque com aquelas atrações típicas dos parques de diversões: roda-gigante, bate-bate, elefantinhos voadores, carrossel… e as xícaras malucas, que giram muito e são muito divertidas e coloridas.

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Pegamos uma fila, aparentemente pequena, para o Raskapusca. Mas era aquela promessa de carro popular: pequena por fora, grande por dentro. A fila “dentro da montanha” dava voltas. Ficamos cerca de 1 hora nela. A atração é uma canoa no formato de tronco de árvore, que segue por um riozinho dentro de uma montanha, onde há salas com muita fantasia e “lugares mágicos”. {Me lembrou muuuuuuito a minha infância, quando estive no extinto Playcenter, aos 3 anos de idade, e fui na Montanha Encantada, o brinquedo que mais me encantou naquele dia – inclusive, eu tenho quase certeza que era o mesmo brinquedo, comprado e repaginado… } Mas eu ainda não consigo entender a razão de tantos adultos visitarem essa atração.

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Depois almoçamos numa grande Praça de Alimentação do parque, com diversas opções gastronômicas e um lindo carrossel de 2 andares no centro. Os preços não são baratos.

Visitamos a área do Madagascar, muito legal também. Não conseguimos ver o show, ficou faltando para uma próxima visita, mas pela música e o anfiteatro, parecia ser bem legal. Nessa área tem um dos brinquedos mais divertidos na minha opinião, o Crazy River, uma espécie de bote redondo que anda em corredeiras. Também deixamos para uma próxima oportunidade pois o Gael ainda não tinha tamanho para ir.

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Depois disso fomos encarar a fila para o passeio de trem, tradicional desde o começo do parque. A fila foi longa, e o Gael estava muito cansado nessa hora. Já estava de mau humor. O passeio é legal, mas poderia ser revitalizado. Aquelas esculturas para simular os contos de fada cabiam bem nos anos 80… hoje em dia parecem tão sem graça, e estou falando pelas crianças mesmo. Poderia ter algo mais interativo e natural, na minha opinão. Com atores mesmo, ou esculturas em movimento. As duas partes mais interessantes ainda são os ladrões, com o sósia do Beto Carreiro (confesso que me emocionei) e a caverna dos dinossauros, que deixou o Gael e outras crianças eufóricas. Quanto ao trem, podia ser mais espaçoso, porque ficar roçando seus joelhos com os joelhos do estranho sentado à sua frente, não é nada legal! mesmo!

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Saindo dali tomamos um sorvete e passamos pela área do Cowboy. Nosso pequeno adorou a aldeia indígena, o forte apache e a cidade do velho oeste. Já estava quase no final do dia, mas ainda tive coragem para ir sozinha na montanha russa, enquanto meu filho ficava lá embaixo me chamando de “mamãe maluca” eu estava lá quase infartando no brinquedo. Sério, dirão que é exagero meu, mas a vida nos deixa com medo dessas acrobacias montanhísticas, eu juro que eu não era assim quando adolescente, e de certeza repetiria a volta mais uma dúzia de vezes, só nessa montanha, fora as outras. Mas com a idade que eu estou, uma foi suficiente para ter certeza que esse tipo de coisa não rola mais pra mim.

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Nessa hora faltava pouco menos de uma hora para o parque fechar. Ainda tinhamos vontade de andar no teleférico, que estava na nossa lista de desejos, mas baixou uma neblina tão forte que eles suspenderam o brinquedo por tempo indeterminado. Tentamos encarar a roda gigante, mas a fila estava imensa. Por isso demos mais uma volta nas xícaras e concluímos com uma volta no elefante voador.

E assim terminou nosso dia no Beto Carrero World. Mal entramos no carro e o pequeno adormeceu. Foi um dos melhores passeios que já fizemos juntos. Todos nós nos divertimos muito e adoramos! Com certeza será refeito.

 

 

 

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