O hostel de Puerto Natales


Niko’s II Adventure, esse é nome do hostel em que ficamos. Estava em reforma, deverá ter outros ares a hora que você (por acaso um dia) for pra lá. Acomodações simples e caseira.Tão caseira que nos sentimos numa casa de família. Tinha até um poodle e um bebê de colo para completar. Mas foi muito bom. Gostamos bastante, principalmente pela Lulu, a francesa que nos recepcionou e nos ajudou em tudo o que foi preciso.

Torres del Paine – Glaciar Gray








Essa parte do parque foi uma outra atraçao muito interessante e incrível. Foi nossa primeira visáo, ao vivo, de um glaciar.
O glaciar estava a uns 17 Km da praia onte estávamos e Van, nao deu pra ter certeza se ela “gray” mesmo.. hehehe. Mas, próximo a nós, estavam dezenas de icebergs q se soltaram do glaciar e formavam esculturas azuis lindas.
Conseguimos pegar umas amostras do gelo secular q chegou até a margem da praia. E, claro, tirar dezenas de fotos para mostrar a vocês.

(tentamos trazer, mas eles já descongelaram)

O problema foi aguentar o vento geladíssimo q vinha do glaciar.

Torres del Paine





O Parque Torres del Paine até q fica bem longinho da cidade de Puerto Natales, levamos cerca de 2 horas para chegar là.
Antes de chegarmos lá, passamos por uma caverna pré-histórica, que foi formada após a era Glaciar, onde o gelo derretido e tranformado em àgua, foi cavando a encosta da montanha e formou a tal caverna. Nessa caverna, a uns quase 100 anos atras, foi descoberto restos de um animal pré-histórico de 3m de altura, o qual eles deram o nome de Milodón.
Essa caverna é imensa, e a estátua do animal está nas fotos aí em cima.






Andando na estrada q vai até o parque, lá pelas tantas, depois de uma curva e de uma colina, temos a primeira visao das Torres. É algo realmente incrível e emocionante. Uma visáo maravilhosa dessa cadeia de montanhas de formaçao bem característica. Na verdade, as torres só podem ser vista de fora do parque, dentro dele, em funçao da proximidade com as montanhas, elas sao pouco visíveis.





No dia q fomos pra lá, estava claro limpo e com um sol maravilhoso. Mas infelizmente, tinha uma metida de uma nuvem “presa” em uma das torres, q impossibilitou de vermos as 3 torres nítidas e completas, e nas fotos ficaram piores ainda.

Tirando isso, o Parque é muito, muito, muito lindo. É um conjunto incrìvel de lagos e montanhas q a cada curva trás uma surpresa.
Há um contraste interessante entre os lagos escuros, quase negros, e os lagos de um azul da cor do céu.

Fora os animais do parque e o Glaciar Gray, que merecem dois tòpicos distintos.

Puerto Natales





O local é nada mais que um pequeno vilarejo que serviu, para nos, como ponte de ligaçao mais rápida ao parque Torres del Paine.
O Hostel estava em reforma e nao estava aquelas coisas. Uma casa toda de madeira, mas serviu para descançar e tomar um bom café da manha.
A mulher que cuidava era uma francesa que estava morando no Chile faziam 3 anos após ter vindo para Puerto Natales e se “enamorado” com um local.
O bom foi que eles cuidaram de tudo, desde a nossa excursao para Torres del Paine até nossa ida para El Calafate.
Comemos em um restaurante bom e barato. A Day comeu salmao por 4000 pesos chilenos.
O nome é que nao inspirava muita confiança, Picada de Carlitos.
Mas valeu, até comemos o prato tradicional da patagonia, a Centolla (le-se centoja). É um siri gigantesco mesmo, e muito gostoso.
Também provamos um drink a base de Pisco.
Enfim, uma vila simples e simpática, com um lago ligado ao oceano pacífico e uma vista linda da cordilheira dos Andes ao fundo.

Romina, nessa hora eu estava falando contigo ao telefone.