Foto por Thiago e Camila

A viagem que mudou para sempre nossas vidas.

Decidimos escolher essa rota em 2012. De lá pra cá nosso foco tem sido ele, nosso maior tesouro. Nosso filho Gael. Viagens longas e de mochila ficaram em stand by por enquanto.

Agora somos dois apaixonados pelo mundo e pelo filho.

Foto por Thiago e Camila Foto por Carol Costa Foto por Carol Costa

De agora em diante nossos relatos serão acompanhados de uma criança, o que muda bastante o estilo de qualquer viagem. Mas queremos ensiná-lo desde cedo a amar o mundo, conhecer novas culturas e respeitá-las. Conhecer a natureza, no seu estado natural (e não em cativeiro) e, na mesma proporção, apreciá-la e respeitá-la. Ensiná-lo a degustar novos sabores e novos cheiros.  Experimentar a sensação de andar de avião, de trem, de bicicleta, de metrô, de barco, de caiaque, de balsa e, principalmente, andar a pé. A conhecer gente nova e feliz. A acreditar que um mundo melhor é possível e que cada destino é um novo livro educativo que se lê da melhor forma possível: vivendo. E que cada novo lugar por onde ele passar lhe tornará mais rico, não de bens materiais, mas de conhecimento.

Seja bem vindo a esse Mundo, nosso amado filho. A gente ainda tem muito a conhecer dele.

 

Gauleses, Normandos e outros povos do passado

Esses dois aí de cima são o Asterix e o Obelix (aliás, o Obelix está segurando o mascote Ideafix), como a maioria deve saber. Esses personagens tão famosos das histórias em quadrinhos são guerreiros gauleses, cujas histórias se passam por volta do ano 50 a.C. Eles moram numa aldeia situada na península Armórica, ao norte da antiga Gália.

Gália, é o termo antigo usado para designar o atual território francês e Armórica é a região que constitui a atual península Bretanha. A Bretanha fica no noroeste da França, banhada pelo Canal da Mancha e o Oceano Atlântico. Uma das cidades dessa região banhadas pelo Canal da Mancha, é Saint-MaloSaint-Malo é uma comuna francesa na região da Bretanha, é quase divisa com a região da Normandia.

Normandia também fica no noroeste da França, colonizada pelos Normandos, é uma região conhecida pela II Guerra Mundial, a Batalha do Dia D, pelo queijo Camembert e pelos lindos castelos e cidades medievais, campos e falésias.

E aí você se pergunta: “Tá, e daí?”. E então eu te respondo: Saint Malo é a nossa porta de entrada para a Normandia, nosso destino de viagem em 2012. Sim, vamos para o tão lindo e almejado interior da França, onde maravam Asterix e Obelix.

Mas nem só isso, vamos começar por Londres, Stonehenge, e depois passamos pela Bélgica, em duas cidades e fechamos com a nossa querida Cidade Luz, que sempre vale a pena visitar.

A viagem desse ano será mais curta, só 15 dias. Mas será em dobro, com meu irmão e minha cunhada para nos fazer companhia.

Portanto, esteja de olho nos próximos posts, porque a aventura vai recomeçar.

 

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Presos no aeroporto por conta do Vulcão

Depois de um mês de férias muito bem curtidas, estamos de volta ao nosso amado Brasil. Nossa volta foi conturbada em função das cinzas (tardias) do vulcão da Islândia. E fomos dois dentre as centenas de brasileiros presos em Lisboa sem expectativa de voo para voltar ao Brasil. Sem expectativa de retorno, sem o mínimo de conforto, sem informações concisas e com muita falta de respeito. A TAP deixou muita gente P da vida com esse episódio. Vou descrever aqui como foi nossa experiência desagradável de fim de viagem.

Sairíamos às 19 horas do dia 10 de maio, de Roma com destino a Lisboa. Fomos para o aeroporto já as 11h30 da manhã. Esperamos até as 19 horas para saber que nosso voo sairía atrasado, a cada 30 minutos o voo era atrasado um pouco mais. Resultado, saímos de lá as 23h30, sendo que nosso voo para o Brasil, em Lisboa, sairía as 23h50.

Chegamos em Lisboa às 2h30 da manhã do dia seguinte. Na saída do avião fomos avisados que passageiros com conexão para outros locais deveriam procurar um funcionário TAP para fazer a transferência. Quando entramos no aeroporto nos dirigimos ao setor de transferência. Que tinha uma fila relativamente curta e um único funcionário. A fila simplesmente não andava, ficamos cerca de 1 hora na fila e fomos informados pelo funcionário (que por sinal estava louco para ir embora e se livrar daquele povo todo), que ele não poderia fazer o nosso check in para o próximo voo, pois nossos nomes não constavam na lista. Fomos orientados a nos dirigir ao Centro de Atendimento ao Consumidor da Tap, para conseguir hotel e o novo check in, e quanto as malas, poderíamos deixar elas aos cuidados deles que elas seriam transferidas automaticamente ao Brasil no nosso próximo voo.

Na saída desse setor, a passagem é obrigatória pelo setor de esteiras/retirada de bagagem. Ficamos boquiabertos com a quantidade de pessoas nesse saguão, e mais ainda com a quantidade de malas abandonadas por todos os lados, sobre as esteiras ou no corredor. A nossa sorte foi que nesse momento o alto falante anunciou que as bagagens do voo com destino a Guarulhos estariam disponíveis para os passageiros na esteira X. Nos encontrávamos ao lado dela, e logo em seguida pegamos nossa bagagem. Foi nossa sorte, pois quase metade dos passageiros que vieram conosco no voo ao Brasil perderam suas bagagens.

Depois dali nos dirigimos a Central de Atendimento ao Consumidor da TAP. Encontramos facilmente, o difícil foi encontrar o final da fila, que dava voltas e mais voltas no aeroporto. Sem exageros, devia ter próximo de 700 pessoas naquela fila imensa. Naquele momento, às 4 da manhã, foi quando uma única funcionária da TAP chegou à Central de Atendimento para atender todas aquelas pessoas, que já estavam esperando ali desde a meia-noite. Ficamos nessa fila até as 8h30 da manhã, quando descobrimos que não havia solução nenhuma por parte da TAP. Sem previsão de voos, sem explicações, sem ajuda, sem hotel para nos hospedar. O único “conforto” que nos proporcionaram foram vouchers individuais de 16 euros em alimentação para passarmos o dia.

Os Brasileiros chamaram a televisão. Alguns tentaram contatar a embaixada e o consulado brasileiro em Lisboa, sem resultados. O problema pareceu ser só com os voos com destino ao Brasil. Brasileiros revoltados começaram a se manifestar e exigir alguma explicação. Unidos, invadiram a fila de check-in da TAP, do guichê 84 a 89, como forma de precionar os funcionários da companhia aérea. Aos poucos o boca-a-boca fez unir todos os brasileiros nessa área. A TAP nos prometeu dar alguma resposta até as 11 horas da manhã. Por volta das 11h30 tivemos o comunicado de que sairia um voo com destino ao Rio de Janeiro às 15h30 da tarde. Sob palmas quase metade dos brasileiros se dirigiu a fila de check-in para esse voo. A medida acalmou os outros brasileiros, esperançosos de ter seu voo para São Paulo e Brasília saindo nas próximas horas. Mas aos poucos todos acabaram tendo o mesmo sentimento que eu, de que a saída do voo para o RJ foi um “cala boca” para acalmar os ânimos e ganhar tempo enquanto se tomava alguma providência.

Nesse interim, começaram a abrir voos (de rotina) para Salvador, Recife, Fortaleza e Belo Horizonte. Nós não entendíamos, tampouco alguém nos explicava, o por quê de saírem voos para esses lugares e não para São Paulo e Brasília, sendo que, teoricamente, a rota sobre o Atlântico até Recife, é a mesma para qualquer um dos voos.

Sem resposta por mais 1h30, os brasileiros encontraram um dos funcionários da companhia e ameaçaram, se dentro de meia hora não tivéssemos alguma resposta, invadiríamos mais 10 guichês da TAP, impedindo que qualquer outro cliente fizesse check-in. Em meia hora nos foi dado a notícia de um vôo extra para São Paulo, que sairia as 18 horas da tarde. E o voo para Brasília não sairia, mas os passageiros seriam alocados no voo do Rio de Janeiro.

Após o check-in nos dirigimos ao portão de embarque e lá esperamos até as 19h30 horas para começar a embarcar. No mesmo voo foram incluídos muitos passageiros com destino a Brasília, cujos voos haviam sido cancelados desde sábado. O voo para São Paulo saiu de Lisboa por volta das 20 horas (horário de Lisboa) e chegou ao Brasil às 2h30 da manhã (horário de Brasília – considerando a diferença de fuso horário de 4 horas). Em Guarulhos tivemos que esperar até o primeiro voo para Curitiba, entrando em fila de espera e conseguindo, com sorte, uma vaga para esse voo. Resultado da jornada, chegamos em Joinville às 11h30 da manhã, 24 horas de atraso, 2 dias sem banho, 2 dias sem dormir, 2 dias só entre aeroportos e aeronaves e muito, muito cansados.

Contudo, isso não apagou nem diminui todas as boas e maravilhosas experiências que passamos nesses 30 dias de viagem. Por falta de tempo e dificuldades de acesso, o blog não teve atualizações constantes e nos dias previstos, mas de agora em diante iremos continuar a descrever (espero) o restante da viagem, aos poucos e com todo carinho. Acompanhe e aproveite!

Sim! nós dormimos!

Saímos as 6 horas da manhã de domingo, isso depois da festa, que acabou por volta das 2h30. Ou seja, conseguimos descansar somente 3 horinhas e logo o motorista estava tocando na nossa porta.

Na viagem para Curitiba cochilamos um pouquinho. Mas na de Curitiba pra São Paulo não teve como.

Seguimos a dica da Fábia e deu super certo! Em Guarulhos, procuramos o Sleep Fast (fica na asa C), é do hotel Slaviero. O preço não é uma maravilha, mas pra quem estava podre de cansados como nós, valeu muito a pena. Alugamos o micro quarto com beliche por 3 horinhas. O quarto é pequeno mais confortável. Foi essencial para aguentarmos até o dia seguinte.

No voo até Lisboa, de 10 horas, conseguimos pregar os olhos por no máximo 30 minutos. Os passageiros estavam inquietos e por isso ninguém sossegava…

Depois disso, mais 3 horinhas de sono hoje a tarde, desta vez devidamente instalados no Hostel Living Lounge Lisboa – que é show de bola e de design – serviram para recuperarmos o sono.

Presente carinhoso

Ontem ganhamos um mimo inesperado e que nos tocou profundamente. O grupo de ceramistas “Barro em Expressão” – do qual minha sogra faz parte – nos presenteou com um kit lindo e cheio de significado pelo nosso casamento. O kit veio numa embalagem linda e dentro, além do cartão com uma mensagem belíssima, continha uma caixa de madeira decorada, uma pedra em forma de coração e uma chave.

Além disso, veio uma quantia relevante em dinheiro, o que nos deixou muito felizes, pois nos ajudará muito nas despesas dessa viagem de Lua de Mel.

Deixamos aqui nosso agradecimento, do fundo do coração, à Leda, Marli, Margit, Berenice, Ana, Eliana, Helena, Ruth e Flávia, pelo carinho, pelo presente e pelos sinceros votos de nossa felicidade como casal. Adoramos mesmo! Lembraremos de vocês para sempre.

Valeu o investimento.

Conforme citei no post abaixo, que falava sobre a importância e utilidade dos guias de viagem, relato esse fato que nos aconteceu na viagem para a Patagônia.

Uma vez, na Argentina, graças a um guia como esses, conseguimos achar um hotel às 5 da manhã. Cidade deserta, acabávamos de chegar de uma viagem de 8 horas de Puerto Madry a Comodoro Rivadávia, estávamos na rodoviária, que àquela hora da manhã servia de refúgio contra o frio para moradores de ruas e um pessoal bastante suspeito. Não esperávamos chegar tão cedo àquela cidade, por isso nem havíamos planejado hotel ou coisa assim, era só uma cidade de passagem, de onde pegaríamos um voo para Ushuaia, que só partiria às 13h30 da tarde. E pra piorar, havíamos tomado Dramin para dormir na viagem, ou seja, chegamos nessa rodoviária parecendo zumbis. Perguntamos para uma moça de um dos poucos guichês abertos onde havia um hotel meio barato por perto. Ela sem muito rodeios avisou que perto dali só havia uns poucos hotéis baratos a algumas quadras, mas que ela não recomendava, uma por causa da infraestrutura do hotel, outra por causa do trajeto nem um pouco seguro até lá, que teria que ser feito a pé. Sem esperanças, sem saber o que fazer, sentamos em duas poltronas vagas onde nenhum transeunte estava dormindo, cercados de mochilas e pensamos: “e agora? Onde ficaremos até à 1h30 da tarde?”. Minutos de silêncio e veio a luz: “O guia!” Procuramos rapidinho e encontramos um hotel muito bom (do nível caro para um mochileiro), mas para nós, aquela hora, era a melhor pedida.

Fomos até a rua, mais pessoal suspeito por ali, nos dirigimos até um taxi, no qual um taxista gordo dormia sossegado e roncava. Batemos no vidro e ele acordou, perguntamos do hotel e ele apontou, “fica ali”. Olhamos para “ali” e não vimos nada além de um edifício comercial. Caminhamos até “ali” e continuamos a não ver hotel nenhum, somente um grupo de mais umas sete pessoas suspeitas (essa hora todo mundo andando em grupo é suspeito) e resolvemos voltar rapidinho até a rodoviária. Pra nossa sorte, um taxi acabava de chegar para deixar alguém ali, a motorista era uma mulher, pedimos para ela onde ficava o hotel, e ela nos ofereceu condução, apesar de concordar que era super perto. O taxi deu a volta na quadra, praticamente no sentido oposto da mesma se encontrava o hotel, realmente poderíamos ter ido a pé e economizado 10 pesos, mas como iríamos adivinhar? O hotel custou dolorosos 260 pesos, para um quarto pequeníssimo com 2 camas de solteiro, banheiro no quarto e check out às 10 da manhã. Mas confesso, foi uma das melhores noites de sono que eu tive durante a viagem, tivemos até café da manhã (rs). A sensação de deitar a cabeça no travesseiro e poder relaxar depois de uma situação de tensão como essas, foi a melhor coisa.

Biblioteca de Mochileiro

Pra quem pensa em viajar pelo mundo, informação é essencial. Apesar dos acesso fácil que a internet proporciona, é sempre bom consultar fontes confiáveis de informação. Os guias de viagem são uma mão na roda para planejar e aproveitar bem a viagem. Um investimento que vale a pena!

Além das informações sobre pontos turísticos e os mapas (muito úteis), ali você pode consultar facilmente os horários de visitações dos pontos turísticos, dicas de moeda, alimentação, casas de câmbio, bancos, telefones úteis, hoteis e cultura dos locais. Eles facilitam a vida do viajante tanto na hora de planejar o roteiro quanto durante a viagem. – [Vou contar num próximo post uma situação que aconteceu conosco em viagem, em que o guia nos ajudou horrores.]

Nós já tinhamos alguns guias de viagem, e agora, para essa viagem, adquirimos mais 4, especificamente de cidades que iremos visitar. Quem já procurou livros desse tipo sabe que geralmente os preços são bem salgados. Mas essa coleção é barata e muito informativa, com 2 mapas, 1 no próprio livro e outro encartado onde estão indicados os pontos turísticos e mapa de metrô, ideal para levar quando você estiver caminhando nas cidades. Compramos 2, gostamos muito, e resolvemos comprar mais 2. Vale a pena pesquisar na internet, esses foram comprados na loja virtual do Wallmart. Alguns lugares na internet você consegue comprar dois livros pelo preço de um só numa livraria física (como a Curitibas, por exemplo).

E assim segue crescendo nossa biblioteca de viagem.

Para falar de sonhos.

Há várias razões para se desejar ir para a Europa: cultura, séculos de história, cidades históricas, museus, arquitetura, artes plásticas, glamour das grandes cidades, charme das pequenas… enfim, razões é o que não falta!

Meu desejo de conhecer a Europa nasceu, se bem lembro, na época da faculdade. Foi nessa época que efetivamente me deparei com todo o aspecto cultural e artístico do velho mundo, os grandes mestres da pintura, os grandes arquitetos, as catedrais, o art nouveau. Depois disso, mas no mesmo período, veio a paixão pela Itália, em parte, por 50% de minha acendência ser italiana (os outros 50% são alemã e polonesa), em parte, pelo curso de italiano que eu fiz na época (nessa época me aprofundei na língua e na cultura italiana) e, por fim, pelo fato da Itália ser o berço do design.

Meu desejo de conher a Itália era imenso. A Milão do Design, a Roma, uma das cidades mais antigas do mundo, a Florença de Leonardo da Vinci, a Toscana, dos campos e paisagens longínquas, o Vêneto aos pés dos Alpes. Fiz planos de estágio, estudos, cursos na Itália, fui atrás da cidadania Italiana, enfim… planos que infelizmente foram se esvaindo com o tempo.

Os anos passaram, os pensamentos mudaram, e hoje confesso que Itália já não me atraí tanto quanto antes. Hoje sinto muito mais curiosidade por Paris, por exemplo, presente tantas vezes em meus sonhos, paisagem de tantos filmes, tão bela e tão romântica, referência para tantos designers e artistas mundo afora.

Ou ainda pela espanha de Gaudí, um dos arquitetos que mais me impressiona. E até mesmo por Portugal, país pouco famoso turísticamente, mas que tem nos revelado lugares lindíssimos em nossas pesquisas pré viagem.

Às vezes, fazemos planos para uma viagem dos sonhos, como essa, mas colocamos outras prioridades na frente, trabalho, carro, casa própria, estudos, roupas, jóias, maquiagem, vestidos de festa, presentes… e aquele sonho acaba ficando lá pra trás. A minha grande sorte nessa vida, foi ter encontrado alguém que me resgatasse esse sonho. E mais que isso, fizesse crer que é possível realizá-lo, que basta um esforço (nem é muito grande não) para jogar uma mochila nas costas e ir lá, com a cara e a vontade, sem luxo ou grandes confortos, mas aproveitando as coisas únicas que existem em cada lugar.

Agora, faltando pouco mais de 3 semanas para nossa viagem, pinta aquela ansiedade gostosa, e a alegria de saber que aquele antigo sonho será enfim realizado. As cidades escolhidas não são as únicas que eu gostaria de conhecer, mas serão minha porta de entrada para o velho mundo, que espero, seja tão emocionante quanto imagino que seja. Um mês na Europa é muito pouco se comparado a tudo o que ela tem a oferecer, seja como for, eu vou VIVER a Europa por um mês e quero fazer disso o melhor dos sonhos realizados.

Roteiro de viagem

Serão 30 dias de viagem. Nesses dias, passaremos por 5 países e 12 cidades. Esse é o roteiro que planejamos para essa viagem:

1. PORTUGAL:
(12.04 a 17.04 ) Lisboa – 3 dias/ 5 noites
Sintra – 1 dia
Cascaes – 1/2 dia
Estoril – 1/2 dia

2. ESPANHA:
(17.04 a 21.04) Barcelona – 3,5 dias / 4 noites

3. FRANÇA:
(21.04 a 27.04) Paris – 6 dias / 6 noites

4. HOLANDA:
(27.04 a 30.04) Amsterdã – 2,5 dias / 3 noites
b. Lisse – Parque Keukenhof – 1 dia

(30.04 a 01.05) aqui passamos mais 1 dia em Paris (eba!)

5. ITÁLIA:
(01.05 a 03.05) Veneza – 1,5 dias / 2 noites
(03.05 a 05.05) Florença – 2 dias / 2 noites
Pisa – 1/2 dia
(05.05 a 10.05) Roma – 5 dias / 5 noites

Nem todas essas cidades passaremos a noite, algumas delas, como Pisa, Lisse, Sintra, Cascaes e Estoril, são viagens de ida e volta, para passar o dia e dormir na cidade próxima, como Florença, Amsterdã e Portugal, pois são cidades que tem somente 1 parque ou atrativo que queremos ver. Tirando essa cidades, as demais passaremos pelo menos 2 noites.

O importante, quando se planeja uma viagem para o exterior, é considerar o tempo de deslocamento entre uma cidade e outra, essas transições podem comprometer o tempo de estadia na cidade destino. É bem comum chegar só a tarde, ou a noite na cidade, por isso é sempre bom considerar um pouco mais de tempo, pelo menos um dia inteiro na cidade, pra você poder realmente aproveitar o local que você vai visitar, até porque, em se tratando de Europa, com certeza 1 dia vai ser muito pouco para qualquer cidade. O importante é ter bem claro o que você quer conhecer e se planejar muito bem antes de ir.

A foto aí de cima é do Parque Keukenhof, em Lisse, na Holanda, o famoso Parque das Tulipas, que fica aberto somente 2 meses por ano, durante a Primavera, e olha que sorte a nossa, estará aberto entre os dias 18 de março a 16 de maio, exatamente no período em que estaremos pela Holanda. Portanto, se preparem, essa foto não é nossa, mas teremos muitas fotos do parque para mostrar em breve.

Hoje é um novo dia…

… de um novo tempo que começou.

Amigos, familiares, leitores e viajantes que acabaram aqui por acaso, esse é um novo blog, mas ele não parte do zero, ele já começa com 45 postagens anteriores, do nosso antigo blog, o geladooo.blogspot.com. Aquele blog tratava da nossa primeira Viagem [com V maiúsculo, pois nãos se tratou de uma simples viagenzinha de fim de semana ou feriadão], para a Patagônia, América do Sul. Começamos por perto, já que moramos no sul do Brasil [Joinville, Santa Catarina, clique para conhecer um pouco mais], mas a viagem foi longa, pois atingir o extremo sul das américas não é uma viagem rápida quanto menos próxima. Nessa viagem conhecemos o Chile e Argentina, passamos por 13 cidades [não, não é nenhum número cabalístico] e conhecemos um pouco das fascinantes paisagens, pessoas e fauna dessa região do mundo tão rica, tão linda e felizmente, pouco explorada. Não deixe de conferir todos os posts abaixo que relatam nossos dias nessa Viagem.

A partir de agora, estamos programando a nossa segunda Viagem juntos. Será para a Europa e ela começa em exatos 38 dias. Será uma Viagem mais comum para alguns e inatingível para muitos, mas para nós, será tão maravilhosa quanto a primeira, pois trata-se de nossa Lua de Mel. Partimos no dia posterior ao nosso casamento. E isso justifica o nome desse blog, Apaixonados pelo Mundo – porque somos apaixonados pelo mundo, e achamos que nossa vida só faz sentido quando viajamos e conhecemos tudo o que o mundo tem a oferecer e porque somos dois Apaixonados com a pretenção de viajar muito por aí. [sacou?] -E é isso que pretendemos com esse blog, relatar nossas experiências e compartilhar com vocês todas as Viagens que pretendemos fazer.

Seja bem vindo em nosso blog, acompanhe sempre que puder, comente sempre que quiser e pergunte sempre que precisar, ficaremos felizes em ajudar na sua Viagem. Pois isso também é pra você que é apaixonado pelo mundo como nós.

escrito por: Daisy