La Serenissima

Quando estávamos fazendo o roteiro da viagem, eu insisti em conhecer Veneza. Afinal, uma cidade tão exótica e que corre o risco de deixar de existir (por causa do aquecimento global, enfim…), precisava ser visitada. Veneza é, sem dúvida, um dos lugares mais lindos, singulares e interessantes em que já estivemos.

Pegamos 2 dias de tempo nublado na cidade, o que foi uma pena, pois tudo ficaria ainda mais lindo com sol. Mas, como o Caio já me havia dito anteriormente, chove muito em Veneza, então, foi uma sorte não pegar chuva. Não andamos de gôndola, o que realmente pareceu muito romântico. Mas é categoricamente um passeio para turistas, dispostos a pagar o preço. Nós preferimos se perder pelos labirintos de ruelas estreitas, pontes e becos e nos surpreender a cada esquina ao encontrar recantos lindos e paisagens dignas dos melhores sonhos europeus.

Isso é uma rua.

Isso também é uma rua, e tem até nome

Andamos algumas vezes de vaporetto pelo grande canal, e isso é uma experiência que recomendamos, pois você tem uma visão de dentro dos canais para os casarões que os margeiam. Lindas construções históricas, pitorescas e com os “pésinhos na água”.


Outras coisas interessantes que vimos, ao andar pelas ruelas, foram lojas de máscaras e fantasias do carnaval de Veneza, muitas lojas que vendiam cristais de murano muitos falsificados e outras com doces maravilhosos na vitrine.

Visita a Piazza San Marco, e subida no Campanário da Basílica de San Marcos – só eu subi, pois o Caio já havia subido na visita anterior dele à cidade – e de lá consegui fazer umas fotos estilo paparazzi dele… A vista de lá vale muito a pena, dá pra ver Veneza inteira, as ilhas ao redor e o continente.


Outras coisas singelas que me fazem lembrar da cidade/ilha:
– O sino da igreja próxima ao hotel, que tocava pontualmente de 1 em 1 hora, todas as badaladas referente àquela hora.
– Água do canal que inundava parte da recepção do hotel
– O janelão de uns 2,5 metros de altura do nosso quarto.
– Boutiques de marcas famozérrimas (Ferrari, Gucci, Dolce & Gabbana)

E gente, pode ser que era por causa do tempo sem sol, mas não senti nenhum cheiro ruim no ar, como já ouvi falar. Tenho só mais uma coisa a dizer: saudades de Veneza…

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Siamo andati a Venezia.

Dia 01 de maio de 2010, dia do trabalho, chegamos a Veneza, nossa primeira cidade na Itália. (sim, na Itália também era Dia do Trabalho, vai ver que por isso alguns funcionários do aeroporto e do vaporeto estavam para pouca
conversa.)

Depois de ter passado mais uma deliciosa noite em Paris num hotel muito digno, com DUAS camas de casal no quarto e vista para a Torre Eiffel (tá, era nas proximidades do aeroporto, mas ainda dava pra ver a Torre). Tivemos um
daqueles dias demoraaaaados onde gastamos mais tempo no aeroporto e em viagem do que em qualquer outro passeio. Mas finalmente, no final da tarde, chegamos a Veneza. Nossa sorte é anoitecer tarde na Europa nesse período do ano.

O traslado do aeroporto Marco Polo até as ilhas, pode ser feito de táxi barco, ou de vaporetto. Fizemos a opção mais barata, vaporeto, um barco ônibus coletivo. E foi ótimo. Passamos pelos canais entre as ilhas da região, como Murano e Burano, e por isso conseguimos ver um pouco dessas belas localidades.

Nosso hotel ficava perto da ponte de Rialto, uma das principais estações do Grande Canal, mas não foi lá que descemos, descemos na Piazza San Marco, bem ali, do lado das gôndolas ancoradas e a essa hora, cobertas e devidamente protegidas.

Minha primeira impressão de Veneza foi ótima, um labirinto de ruelas estreitas, nenhum carro, moto ou bicicleta, só pedestres nas ruas, e barcos ou gôndolas nos canais. Andar por lá a noite, foi como estar num filme.

Depois de devidamente instalados no nosso hotelzinho na beira de um canal, fomos procurar um restaurante. E acabamos jantando numa cantina tipicamente italiana. O que comemos?? Pizza! Lógico!

Depois disso, ligação pra família no alto da ponte de Rialto, especialmente para meu pai, de família italiana, para quem eu prometi que um dia iria conhecer a Itália pessoalmente, e lá estava eu, falando da Itália com meu pai no Brasil. Foi um momento inesquecível. (Obrigada, amor! ♥)